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FC Barcelona reage à Euronews após acusação de Israel sobre Yamal incitar ódio

Barcelona evita comentar acusações do ministro de Defesa de Israel contra Lamine Yamal, mantendo neutralidade enquanto a polémica com a bandeira palestiniana ganha dimensão internacional

À esquerda, Lamine Yamal agita uma bandeira palestiniana durante os festejos da LaLiga de Barcelona. À direita, Israel Katz, Ministro da Defesa de Israel
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  • O FC Barcelona recusou comentar o pedido da Euronews sobre as acusações do ministro da Defesa de Israel, que chamou Lamine Yamal de incitar ao ódio ao expor uma bandeira palestiniana após a vitória na La Liga.
  • O ministro Katz afirmou que o gesto de Yamal equivalia a incitar o ódio contra Israel e o povo judeu e pediu ao Barcelona que clarifique que não há espaço para incitamento ou apoio ao terrorismo.
  • A Euronews contactou Joan Gaspart e a Real Federação Espanhola de Futebol; o Barcelona não se pronunciou, e Gaspart disse apenas que o ministro pode dizer o que quiser.
  • Houve diversas reações, incluindo comentários de figuras políticas espanholas e debates sobre o papel da política no desporto, em contexto de preparação para o Campeonato do Mundo de 2026.
  • Yamal, 18 anos, está incluído numa lista preliminar para o Mundial de 2026, demonstrando a continuidade do foco público sobre o jogador e as suas escolhas.

O FC Barcelona recusou comentar as alegações feitas pelo ministro da Defesa de Israel, que acusou o jogador Lamine Yamal de incitar ao ódio contra Israel ao brandir uma bandeira palestiniana numa celebração de vitória na La Liga. O clube não emitiu resposta ao pedido da Euronews.

O ministro Katz afirmou que o gesto de Yamal constituiu incitamento e pediu ao Barcelona que afirme publicamente que não apoia o terrorismo nem o ódio. As declarações ocorreram num contexto de agressões israelitas contra o Hamas e após o dia 7 de outubro.

Reação do clube e de figuras históricas

A Euronews também contactou o antigo presidente Joan Gaspart e a Federação Espanhola de Futebol. Gaspart disse que pode discordar, mas respeita a opinião do ministro e que o Barcelona não comentou o assunto. O organismo espanhol preferiu não comentar.

Gaspart questionou também a posição de outros representantes políticos, evitando comentar o apoio de Pedro Sánchez a Yamal. Em termos de opinião pública, o debate ganhou dimensão mediática tanto em Espanha como internacionalmente.

Contexto desportivo e mundial

Yamal, de 18 anos, continua entre as escolhas da seleção espanhola para o Mundial de 2026, a ser realizado nos EUA, Canadá e México. O jovem futebolista tem estado envolvido em discussões sobre expressão política no desporto, depois de ter exibido a bandeira palestiniana.

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