- Spyros Krotsis, presidente da IKA, afirma que Portugal é dos melhores países para a fórmula kite e pode brilhar nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.
- O dirigente destacou que Portugal já recebeu provas mundiais na Praia da Vitória (Ilha Terceira), Vilamoura (Algarve) e Mundiais absolutos em Viana do Castelo, elogiando a geografia e a capacidade organizativa do país.
- A Federação Portuguesa de Vela, liderada por António Barros, é destacada pelo papel no ciclo olímpico, com incentivo aos jovens para a prática da modalidade.
- O apuramento para Los Angeles 2028 envolve Mafalda Pires de Lima, oitava no ranking mundial e 14.ª em Paris 2024, e Tomás Pires de Lima, 26.º no ranking mundial; Mafalda recuperou de pause de competition nos últimos meses devido a saúde.
- Krotsis ressalta o enorme retorno mediático da fórmula kite, citando um evento em Portugal com centenas de milhões de visualizações, e refere que os Mundiais em Viana do Castelo reúnem 83 velejadores de 30 países.
O presidente da IKA, Spyros Krotsis, afirmou que Portugal é um dos melhores destinos do mundo para a prática de fórmula kite e que o país pode brilhar nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. A declaração foi feita esta quinta-feira, em referência ao atual ciclo olímpico.
Krotsis elogiou a geografia nacional e a capacidade organizativa dos portugueses para eventos internacionais de vela. Realçou o desempenho da Federação Portuguesa de Vela, liderada por António Barros, e sublinhou a tradição marítima de Portugal como vantagem competitiva.
O líder da IKA destacou ainda as provas realizadas em território nacional: Mundiais na Praia da Vitória, Ilha Terceira; depois em Vilamoura, Algarve; e, recentemente, os Mundiais Absolutos em Viana do Castelo, no Norte. Assinalou que o país oferece condições naturais ideais para a modalidade.
Para Los Angeles 2028, Portugal aposta na qualificação de Mafalda e Tomás Pires de Lima. Mafalda é a 14.ª classificada em Paris 2024 e Tomás ocupa a 26.ª posição no ranking mundial. O jovem esteve ausente de cinco meses de competição devido a problemas de saúde.
Krotsis insistiu que a fórmula kite é atrativa pela sua espetacularidade e pelo retorno mediático que gera. Citou um evento realizado em Portugal com centenas de milhões de visualizações e milhares de acessos nacionais.
O dirigente afirmou que a manutenção da fórmula kite no programa olímpico é essencial para que federações nacionais invistam mais na modalidade. Relatou estar impressionado com as condições de Viana do Castelo para o evento.
Os Mundiais de fórmula kite em Viana do Castelo reúnem 83 velejadores, com 52 homens e 31 mulheres, representantes de 30 países. O evento decorre até domingo, com feedback positivo de atletas sobre as condições da vila.
Entre na conversa da comunidade