- O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) confirmou esta quarta-feira a multa de 30 mil euros ao Real Madrid por cânticos homofóbicos dirigidos a Pep Guardiola, treinador do Manchester City.
- O recurso apresentado pelo Real Madrid em 14 de março de 2025 foi rejeitado pelo TAS, mantendo a decisão do Comité Disciplinar da UEFA.
- Em 19 de fevereiro do ano passado, num jogo em que o Real Madrid venceu o Manchester City por 3-1 (6-3 no agregado), os adeptos entraram com um cântico considerado discriminatório contra Guardiola.
- O TAS sustenta que esse tipo de conduta não tem lugar no futebol nem no mundo em geral.
- Além da multa, o clube foi punido com uma pena suspensa de dois anos, com o encerramento parcial de pelo menos 500 lugares no próximo jogo no Estádio Santiago Bernabéu, devido ao comportamento dos seus adeptos.
O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) confirmou, nesta quarta-feira, a multa de 30 mil euros aplicada ao Real Madrid por cânticos homofóbicos dirigidos a Pep Guardiola, treinador do Manchester City, no playoff da última Liga dos Campeões. A decisão foi tomada após o recurso apresentado pelos madridistas em 14 de março de 2025 ser rejeitado.
O incidente ocorreu em 19 de fevereiro do ano passado, num jogo em que o Real Madrid venceu por 3-1 (6-3 no agregado) e assegurou o passagem aos oitavos de final. O TAS considerou o cântico como de “natureza seriamente discriminatória” dirigido ao técnico catalão.
O relatório do tribunal adianta que não há lugar para tais condutas no futebol nem no mundo em geral, mantendo a sanção original.
Detalhes da sanção e consequências
Além da multa, o Real Madrid foi punido com uma pena suspensa de dois anos, associada a um encerramento parcial de pelo menos 500 lugares no próximo jogo no Estádio Santiago Bernabéu, devido ao comportamento dos adeptos na receção a Guardiola. A medida visa evitar repetição de incidentes discriminatórios.
Entre na conversa da comunidade