- André Villas-Boas jantou com deputados portistas na Assembleia da República, depois de o FC Porto ter sido campeão nacional.
- O técnico referiu que Lewandowski está totalmente fora das possibilidades financeiras do FC Porto.
- Afiançou que Farioli continua no projeto, com reunião recente com a equipa de scouting para a construção do plantel do próximo ano.
- O clube pretende manter a espinha dorsal do plantel, recorrendo a encaixe financeiro e renovação para competir na Liga dos Campeões.
- Existem três jogadores polacos na equipa, mas Lewandowski continua fora das possibilidades financeiras do FC Porto.
André Villas‑Boas jantouesta quarta-feira no restaurante da Assembleia da República com deputados portistas. Comentou, entre outros temas, o possível interesse do FC Porto em Lewandowski, assegurando que o atacante polaco está totalmente fora das possibilidades financeiras do clube.
Na presença na casa da democracia, o presidente portista lembrou que o FC Porto se sagrou campeão nacional e realçou a continuidade da tradição iniciada por Pinto da Costa. Participou no jantar também a convite do líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, mantendo o clube ligado aos seus nomes no Parlamento.
Sobre o futuro do plantel, Villas‑Boas garantiu que Farioli continua integrado no projeto. Disse ter estado com ele recentemente e com a equipa de scouting, e frisou a importância de manter a espinha dorsal do grupo, apesar das dificuldades financeiras enfrentadas pelos clubes portugueses.
O dirigente sublinhou que, para além da competitividade na Liga dos Campeões, o FC Porto precisa de equilibrar tesouraria. Explicou que a venda e a renovação de contratos assumem papel central para manter o plantel competitivo e honrar obrigações financeiras.
Relativamente a Lewandowski, o presidente reiterou o orgulho associado a uma possível ligação entre o clube e uma lenda do futebol. Contudo, reiterou que os encargos associados a um negócio deste calibre ficam fora do alcance financeiro do FC Porto.
No quadro interno portuguese, o objetivo mantém-se claro: conservar a espinha dorsal da equipa e reforçar apenas onde for viável, de modo a sustentar a participação nos palcos europeus. O FC Porto reforçou a prioridade de equilíbrio financeiro aliado a competitividade desportiva.
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