- O Tribunal do Comércio de Gaia decretou a liquidação da Boavista SAD, com eficácia a 31 de maio.
- Sem um acordo de credores nos próximos 15 dias e sem um plano de recuperação viável, o encerramento da atividade parece quase inevitável.
- A dispensa de trabalhadores depende de conseguir novos investidores para a maioria da sociedade.
- O leilão do Estádio do Bessa Século XXI vai avançar, depois de o Boavista ter visto a impugnação rejeitada; a Câmara do Porto não intervém.
- O leilão decorre até 20 de maio, em formato eletrónico; o preço base do estádio é de 31 milhões de euros e o do complexo desportivo, 6,8 milhões, com caução de 25 mil euros.
O Tribunal do Comércio de Gaia determinou a liquidação da Boavista SAD, medida que entra em vigor no dia 31 de Maio. A decisão pode ainda ser travada se credores chegarem a um acordo de recuperação nos próximos 15 dias. A conclusão da época de futebol de formação permanece inalterada, contudo, não é afetada pela liquidação.
Caso não exista um plano viável, a dispensa de trabalhadores avança. O administrador de insolvência ainda não apresentou proposta, complicando a possibilidade de evitar o encerramento da atividade da sociedade desportiva. O empresário Gérard Lopez detém a maioria da SAD.
Leilão do Estádio do Bessa
O leilão do Estádio do Bessa Século XXI mantém-se em curso, após rejeição da impugnação do Boavista pelo Tribunal Judicial da Comarca do Porto. A Câmara do Porto não intervém no processo. O leilão decorre em formato electrónico até 20 de abril, com entrada condicionada por uma caução de 25 mil euros.
O preço-base do Estádio do Bessa é de 31 milhões de euros, enquanto o complexo desportivo parte de 6,8 milhões de euros. O objetivo é definir o destino do recinto remodelado há mais de duas décadas, utilizado no passado para o Euro 2004 e para outros ativos incluídos no processo de insolvência.
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