- O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo disciplinar a um agente de arbitragem após uma queixa do Vizela.
- A identidade do árbitro não foi revelada pelo CD, mas o Record indica que é Miguel Ribeiro, que atuou como 4.º árbitro no Vizela-Farense, a 14 de abril.
- O quelemento que gerou a queixa foi a postura do agente junto do banco do Vizela, que desagradou o clube minhoto.
- Inicialmente, o CD abriu um inquérito, que depois se transformou num processo disciplinar para avaliar a relevância disciplinar do ocorrido.
- A investigação foi remetida à Comissão de Instrutores da Liga Portugal.
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol abriu um processo disciplinar a um agente de arbitragem após uma queixa do Vizela. A medida foi anunciada sem revelar a identidade do árbitro envolvido.
Segundo o Record, a participação recai sobre Miguel Ribeiro, que atuou como 4.º árbitro no Vizela-Farense, disputado a 14 de abril. A queixa aponta o comportamento do agente junto do banco do Vizela, considerado irritante pela formação minhota, motivando a participação.
Inicialmente, o CD instaurou um processo de inquérito. Para avaliar a eventual relevância disciplinar do ocorrido, a investigação foi convertida numa ação disciplinar e remetida à Comissão de Instrutores da Liga Portugal.
Contexto do incidente
A participação centra-se no incidente durante o encontro entre Vizela e Farense, realizado em Vizela, no qual o 4.º árbitro teria complicado a gestão do banco de suplentes. A decisão abre caminho para uma apreciação formal dos comportamentos do agente.
Próximos passos
O processo disciplinar está agora nas mãos da Comissão de Instrutores da Liga Portugal, que deverá apreciar as alegações apresentadas pelo Vizela e determinar as medidas cabíveis. O desfecho ainda não é conhecido.
Entre na conversa da comunidade