- Rui Costa vai enfrentar perguntas dos sócios em Assembleias Gerais marcadas para junho.
- O presidente da Mesa da Assembleia Geral, José Pereira da Costa, está obrigado a convocar duas reuniões magnas no próximo mês.
- Uma reunião deverá abordar a época desportiva que está a terminar até 15 de junho; a outra, o orçamento, até 30 de junho.
- As assembleias podem ocorrer no mesmo dia, conforme a organização dos estatutos.
- O contexto envolve a possível ausência de prova milionária na Liga dos Campeões e o impacto financeiro para o Benfica, com histórico de tensões em assembleias anteriores.
Rui Costa vai ser confrontado pelos sócios em Assembleias Gerais que o Benfica realizará no próximo mês de junho. Segundo os estatutos, o presidente da Mesa da Assembleia Geral, José Pereira da Costa, é obrigado a convocar duas reuniões magnas para debater a época que termina em breve e o orçamento até ao final de junho. As datas ainda não foram anunciadas.
Vale indicar que as assembleias visam esclarecer a situação desportiva e financeira do clube, incluindo a análise da época desportiva que se aproxima de terminar sem o título e com dúvidas sobre o apuramento para a Liga dos Campeões. O não apuramento pode implicar receitas significativas classificado como importantes para as contas.
A realização das duas sessões está dependente de agendamento próximo, e pode ocorrer no mesmo dia. Em 2024, Rui Costa já enfrentou forte contestação dos associados, sobretudo após o empate com o Sp. Braga, emergência de críticas que podem repetir-se este ano.
Contexto financeiro e desportivo
As assembleias também enquadram a discussão do orçamento, cuja aprovação é essencial para o planeamento financeiro do clube. O ambiente em torno do clube, com o regresso de debates acentuados, mantém-se sob vigilância dos adeptos antes de decisões que impactam a gestão corrente e o futuro desportivo.
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