- João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, criticou a arbitragem do Benfica contra o Braga (2-2) numa publicação no LinkedIn, descrevendo o trabalho de João Pinheiro como “habilidosa, inclinada”.
- O ex-diretor apontou exemplos: penálti sobre Pavlidis convertido em falta ofensiva e um golo anulado sem imagens conclusivas, afirmando que decisões assim deveriam ter certezas absolutas.
- Alega que o problema é institucional, afirmando que o Benfica hipotecou a Champions e o título no passado ao deixar de manter influência e pressão sobre o futebol português.
- Afirmou ainda que os árbitros perderam o respeito pelas regras e pelo Benfica, sentindo-se o clube menos temido no futebol nacional.
- Rui Costa foi alvo de críticas, com João Gabriel a sustentar que o presidente do Benfica já não é visto como líder ou protegido pelas estruturas do futebol (Federação, Liga e arbitragem).
O antigo diretor de comunicação do Benfica, João Gabriel, lançou críticas à arbitragem do empate do clube frente ao Braga, 2-2, num comentário divulgado no LinkedIn. Além das decisões do árbitro João Pinheiro, o texto aponta falhas institucionais que, na perspetiva do ex-funcionário, comprometem a força do Benfica no futebol português. O desfecho do encontro é descrito como exemplo de decisões que, segundo ele, moldam campeonatos.
Gabriel sustenta que a arbitragem beneficiou o Braga em pontos-chave e acusa a gestão desportiva de, por vezes, não conseguir manter influência suficiente dentro do ecossistema nacional do futebol. O papel do Benfica na perspetiva dele é enfraquecido quando, afirma, o clube perde peso institucional e capacidade de pressão junto de entidades ligadas ao futebol.
O comentário, publicado recentemente, analisa ainda o impacto político no desporto luso. Alega que decisões de campo não devem ser dissociadas de responsabilidades institucionais, que, na visão dele, o Benfica perdeu nesse aspeto ao longo dos últimos anos.
Rui Costa, presidente do Benfica, também é alvo de críticas no texto de João Gabriel. Alega-se que a liderança do clube não é reconhecida nos corredores do poder do futebol português, incluindo a Federação, a Liga e a arbitragem. Segundo a mensagem, a falta de influência representa um risco para a posição do maior clube nacional.
A nota acusa Rui Costa de ter perdido influência, respeito e capacidade de proteção do clube. Alega ainda que esses fatores são cruciais para manter o peso junto das instituições que definem o panorama competitivo do futebol em Portugal. O texto enfatiza a importância de liderança que inspire respeito institucional.
O Benfica não comentou o conteúdo do comentário de João Gabriel até ao momento. O clube mantém o foco nas competições em curso e na gestão interna, sem confirmar ou negar a veracidade das acusações de influência ou de conduta arbitral mencionadas.
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