- O Palmeiras empatou 1-1 com o Remo, na deslocação a Belém, na 15.ª jornada do Brasileirão, num jogo iniciado quase duas horas depois da hora prevista por causa das fortes chuvas.
- João Martins, treinador-adjunto de Abel Ferreira, criticou o horário de início, usando o nevoeiro da Choupana, na Madeira, como exemplo de condições excecionais.
- Disseram que quem marcou o jogo para as 16h00 sabia que poderia chover e que, apesar de não aceitarem desculpas, forçou-se a adaptar-se.
- Em Portugal lembrou-se que existe meteorologia previsível para aquele horário e que o relvado pesado em Belém dificultou o ritmo dos jogadores.
- O golo do Remo surgiu após dois duelos perdidos pelo Palmeiras e com o central do clube ainda indisponível para o confronto interior. Quarta-feira há mais jogos.
O Palmeiras empata 1-1 com o Remo, em Belém, na 15.ª jornada do Brasileirão. O encontro começou quase duas horas depois do previsto devido às fortes chuvas na cidade. O resultado mantém o clube paulista sem vitória fora de casa.
João Martins, treinador-adjunto de Abel Ferreira, compareceu na conferência de imprensa e questionou o horário de início. Disse que, em Portugal, horários iguais costumam ser adaptados face a condições adversas, citando o nevoeiro típico da Madeira como exemplo. Reforçou que a equipa não utiliza desculpas, mas apontou dificuldades no planeamento.
Foi destacado que o campo chegou a ficar pesado e duro, o que prejudicou a movimentação dos jogadores. O tento do Remo surgiu em lances que decorrem de perdas de bola na zona central do terreno, segundo a análise apresentada. O Palmeiras mantém o foco na próxima jornada, procurando recuperar a forma.
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