- Concluiu-se a 59.ª edição do Rali de Portugal, vencida por Thierry Neuville e o navegador Martijn Wydaeghe.
- A prova ficou marcada por condições climáticas adversas e surpresas ao longo dos troços.
- O balanço divulgado destaca momentos inesperados e insólitos durante a competição.
- A edição é apresentada como “de A a Z”, com variados desdobramentos da prova.
- O resumo enfatiza a diversidade de situações vividas durante a corrida e o desfecho do campeonato.
O 59.ª Rali de Portugal encerrou-se com Thierry Neuville a conquistar a vitória, numa edição marcada pelo mau tempo, incidentes no troço e surpresas ao longo da prova. O balanço inicial aponta para uma corrida difícil, com múltiplos reboques e atrasos imprevistos que condicionaram o ritmo da competição.
Neuville, navegador Martijn Wydaeghe, assegurou o triunfo numa prova que exigiu estratégia, resistência e gestão de imprevistos. A equipa belga conseguiu manter a regularidade, contornando contratempos e conseguindo manter-se à frente na classificação geral.
O Rali decorreu em território português, com o público e as equipas a enfrentar condições meteorológicas adversas que influenciaram a condução e as decisões desportivas. O balanço aponta para uma edição ambiciosa, repleta de momentos inesperados, tanto dentro como fora dos troços.
Foto: Thierry Neuville (à direita) com o navegador Martijn Wydaeghe, durante a prova. © José Coelho/Lusa
A edição de 2026 do Rali de Portugal fica marcada pela combinação de desgaste técnico, decisões estratégicas e a narrativa de surpresas que acompanharam a competição desde o briefing inicial até ao drop final da meta. A organização, os pilotos e as equipas permanecem focados nas repercussões para futuras provas.
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