- O Colégio de Comissários da FIA já se pronunciou sobre os incidentes que levaram à suspensão da especial de Arganil 2 no Rali de Portugal.
- O reboque que entrou na prova foi responsável pela suspensão, após ser alcançado por Elfyn Evans durante a corrida.
- Um veículo ligeiro também entrou no troço e seguia à frente de Yohan Rossel.
- A FIA aplicou à organização do Rali de Portugal uma multa de 15 mil euros, com pena suspensa até 31 de dezembro de 2027, desde que não haja novas quebras do código internacional do desporto.
- A decisão foi divulgada ao início desta noite (em atualização).
O Colégio de Comissários da FIA divulgou a decisão sobre o caso polémico que levou à suspensão da especial de Arganil 2, na sexta-feira à tarde. O incidente envolveu um reboque que entrou no troço e foi alcançado por Elfyn Evans em competição.
Outro episódio relacionado envolve um veículo ligeiro que também entrou no troço, circulando à frente de Yohan Rossel. A FIA considerou a atuação irregular e aplicou uma multa de 15 mil euros à organização do Rali de Portugal, com pena suspensa.
A sanção fica suspensa até 31 de dezembro de 2027, desde que não haja mais quebras do código internacional do desporto da FIA até essa data.
Decisão e implicações
A decisão do Colégio de Comissários determina que a organização deverá cumprir as regras sob pena de rescisão da suspensão. O objetivo é evitar recorrentes violações de segurança nos troços. A FIA não detalha sanções adicionais caso haja novos incidentes.
A FIA confirmou que as medidas visam manter a integridade das etapas e a segurança de pilotos e assistência. A organização já foi informada e deve cumprir as condições para manter a suspensão válida. A próxima atualização está prevista conforme os procedimentos oficiais.
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