- O presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP) informou à RTP sobre o episódio em Arganil, que interrompeu a segunda passagem pela especial na sexta-feira.
- Segundo Carlos Barbosa, o reboque entrou no troço para retirar um carro fora do percurso (número 76); o homem do reboque entrou em pânico ao perceber a presença de Evans, saiu para a direita e caiu ao chão.
- Um segundo veículo também entrou no troço; a GNR alegou que houve força e que não houve paragem, o que não pode acontecer, disse o líder do ACP.
- O ACP informou ter dispensado o operador dos reboques e a FIA quer ouvir as pessoas envolvidas; o condutor do reboque está a chorar e pode ficar sem emprego.
- Barbosa disse não ver consequências negativas para o Rali de Portugal no Campeonato Mundial de Rally (WRC) e elogiou a organização do Rali de Portugal, embora o incidente seja considerado infeliz.
Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Club de Portugal (ACP), comentou à RTP o episódio em Arganil, durante a segunda passagem do Rali de Portugal. Dois veículos entraram no troço, o que levou à interrupção da passagem na tarde de sexta-feira.
Barbosa explicou que o reboque envolvido entrou no local para remover um carro fora do troço, identificado como o número 76. Segundo o dirigente, o condutor do reboque entrou em pânico ao ver a presença de outros carros, acabou por sair pela direita e caiu ao chão. Ainda houve alegações de que outro veículo terá forçado a passagem, segundo a GNR.
O líder do ACP afirmou não querer atribuir culpas de forma precipitada e destacou que a organização do Rali de Portugal é reconhecida pela qualidade. Disse que, independentemente das causas, este incidente não deve voltar a ocorrer e afirmou que já foi dispensado o operador dos reboques envolvido.
Desdobramentos e consequências
Barbosa referiu que a FIA deve ouvir as pessoas envolvidas para apurar responsabilidades. A situação gerou preocupação sobre possíveis impactos na participação de Portugal no WRC. O condutor do reboque, segundo o responsável, «luta com a situação» e poderá enfrentar consequências legais ou profissionais, dependendo da avaliação das autoridades e da organização.
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