- A frente liderada por Mário Ferreira chumba o Air Invictus, festival que sucede o Red Bull Air Race.
- O Air Invictus realiza-se entre dezenove e 21 de junho e terá edições anteriores no Porto e em Gaia pela última vez em 2017.
- Matosinhos e Maia passam a acolher o evento, com os quatro municípios a apoiar com 1,5 milhões de euros.
- As corridas decorrem sobre o Douro, entre a Ribeira do Porto e Gaia, com expectativa de atrair cerca de um milhão de pessoas.
- A associação responsável afirma que o Air Invictus “não tem autorização definitiva” e alerta que o Douro não pode ser encerrado sem aviso prévio.
O festival aéreo Air Invictus, marcado para 19 a 21 de junho, enfrenta contestação de entidades locais. A Armada liderada por Mário Ferreira chumbou o evento, argumentando que não há autorização definitiva para o festival.
A Associação das Atividades Marítimo-Turísticas do Douro sustenta que o Air Invictus não pode encerrar o Douro sem aviso suficiente. Também questiona impactos e logística associados ao evento.
O Air Invictus sucede o Red Bull Air Race, cuja última edição ocorreu em 2017. O formato inclui corridas de aviões, acrobacias, aeromodelismo, drones, uma feira da defesa e concertos.
O festival abrange os concelhos de Matosinhos e Maia, além de Porto e Gaia, com apoio financeiro de 1,5 milhões de euros dos quatro municípios. O objetivo é atrair público internacional.
As corridas vão decorrer sobre o rio Douro, entre a Ribeira do Porto e Vila Nova de Gaia. Promotores estimam a presença de até um milhão de pessoas durante o evento.
Reação institucional
As entidades locais e organizadores ainda não chegaram a acordo sobre autorização e condições de apresentação do Air Invictus, mantendo a dúvida sobre a realização do festival neste formato.
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