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Rali de Portugal: Ogier ataca na estrada, com reboques e polícia

Ogier assume liderança do Rali de Portugal após azar de Fourmaux na tarde, com Neuville a 3,7 segundos e Evans penalizado por controlo não conformo

Pilotos deram espectáculo no segundo dia de Rali de Portugal
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  • Ogier assumiu a liderança do Rali de Portugal, com Neuville a ficar a 3,7 segundos, aproveitando o despiste de Fourmaux.
  • Fourmaux liderava ao início da tarde, mas um incidente em Góis afastou-o, deixando Ogier na frente.
  • Elfyn Evans sofreu uma penalização de 4,6 segundos por alegado atraso causado pelo pó de um reboque, mantendo-se em quinto a 28,1 segundos do líder.
  • A organização interrompeu a prova por motivos de segurança após os 12 primeiros terem terminado a classificativa, com os restantes a seguir em modo de ligação.
  • No CPR, Rúben Rodrigues venceu com 9,6 segundos de vantagem sobre Gonçalo Henriques; Armindo Araújo teve um problema eléctrico e caiu para 12.º, enquanto Fontes foi penalizado em um minuto, promovendo Meireles a quarto.

Sébastien Ogier (Toyota) assumiu a liderança do Rali de Portugal, na 59.ª edição, aproveitando o azar do compatriota Adrien Fourmaux na classificativa de Góis. O britânico Neuville (Hyundai) segue a 3,7 segundos, mantendo viva a hipótese de vitória para a marca core.

Na tarde de sexta-feira, Ogier venceu as três primeiras passagens da etapa, consolidando o topo da classificação. Fourmaux, líder momentos antes, viu-se afastado por uma saída de pista em Góis, subito após ter destruído dois pneus no mesmo troço. Solberg (Toyota) também ficou envolvido em contratempos.

O despiste de Fourmaux teve impacto direto no andamento da prova, com Ogier a avançar para o comando. A Suzidade de Neuville levou o belga a vencer duas especiais, mas a 3,7 segundos do líder após o acerto da manhã. Evans (Toyota) manteve-se em posição de pára-quedas, sem conseguir recuperar.

A chuva mudou o cenário ao longo do dia, obrigando pilotos a adaptarem estratégias. Neuville reconheceu frustração com a escolha de pneus macios, ainda assim assegurando o segundo lugar provisório. Ogier, com experiência em Portugal, geriu bem os momentos de adversidade.

Um incidente com o reboque misterioso em Arganil gerou controvérsia entre a Toyota e os comissários, que confirmaram uma penalização a Evans por atraso causado pelo pó do reboque. A sanção resultou em 4,6 segundos de penalização, mantendo Evans na 5.ª posição a 28,1 segundos do líder.

A organização interrompeu a corrida por motivos de segurança, apenas os 12 primeiros tinham completado a classificativa, e os restantes seguiram em regime de ligação. A prova manteve o ritmo competitivo, com mudanças de liderança ao longo do dia.

A vencer a prova do CPR, Rúben Rodrigues (Toyota) consolidou o primeiro lugar com uma vantagem de 9,6 segundos sobre Gonçalo Henriques (Hyundai) e soma o segundo triunfo consecutivo no CPR2026. Armindo Araújo (Skoda) enfrentou uma avaria eléctrica na ligação entre Figueira da Foz e Mortágua1, gerando um atraso de 16 minutos.

O atraso penalizou Araújo, que caiu para a 12.ª posição, a 2m51,3s de Rodrigues. Pedro Almeida (Toyota) ocupava o 3.º posto, com Henriques a manter-se na luta pela segunda posição. Fontes (Lancia) recebeu uma penalização de 1 minuto por condução irregular, abrindo espaço para Pedro Meireles (Skoda) na vice-liderança.

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