- A queixa de violação contra Ibrahima Camará, na Polónia, foi arquivada esta segunda-feira, sem que os factos tenham sido provados.
- O defesa-central guineense, de 27 anos, teve o passaporte devolvido.
- Camará chegou a ficar detido preventivamente no início de dezembro, após a acusação do Ministério Público.
- O Radomiak Radom suspendeu o jogador na altura; ele voltou a ser opção em fevereiro.
- Nesta época, soma 22 jogos pelo clube polaco, com uma assistência; o Radomiak é nono e enfrenta o Lechia Gdansk às 18 horas, podendo subir ao oitavo lugar.
O processo relacionado com Ibrahima Camará, acusado de violação, foi arquivado na Polónia nesta segunda-feira. A queixa não chegou a ser provada e o passaporte do jogador foi devolvido.
O defesa-central guineense, de 27 anos, que passou por Boavista, Moreirense e Sp. Braga e atua pelo Radomiak Radom, chegou a ficar detido preventivamente em dezembro do ano passado, na sequência da acusação apresentada pelo Ministério Público.
Na altura, o Radomiak Radom, então treinado por Gonçalo Feio, suspendeu o jogador de imediato, e Camará apenas voltou a ser opção em fevereiro. A retenção do passaporte impediu-o de viajar para Portugal, para um estágio do clube no Algarve, em janeiro.
Esta época, Camará soma 22 jogos pelo Radomiak Radom, tendo registo 1 assistência, na sua estreia pela equipa na Polónia.
O Radomiak Radom ocupa actualmente o 9.º lugar no campeonato polaco e tem hoje, às 18h00, jogo frente ao Lechia Gdansk, quinto classificado. Uma vitória pode elevar o conjunto polaco ao 8.º posto.
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