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FC Porto tornou-se campeão nacional de futebol, após três épocas sem o título.
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André Villas-Boas e Francesco Farioli encontraram a fórmula para devolver a felicidade à “famiglia” portista.
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Jorge Costa, falecido a 5 de agosto de 2025, era o principal veículo de transmissão da cultura do clube; a equipa dedicou-lhe o título.
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A reestruturação financeira de 180 milhões de euros equilibrou as contas e permitiu o maior investimento em jogadores da história do clube, com 119,8 milhões investidos nos mercados de verão e inverno.
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Villas-Boas substituiu Vítor Bruno e Martín Anselmi, com foco no campeonato; houve eliminação nas duas Taças, mas o 31º título foi conquistado.
O FC Porto conquistou o campeonato nacional de futebol pela 31.ª vez, fechando três épocas de jejum. André Villas-Boas e Francesco Farioli encontraram a fórmula para devolver a felicidade à “famiglia” portista, termo usado pelo técnico italiano para descrever a mística do clube.
A equipa voltou a dominar o campeonato após investir forte na reestruturação financeira, que ascendeu a 180 milhões de euros. Os mercados de verão e de inverno renderam 119,8 milhões em contratações, fortalecendo o plantel para o objetivo do título.
A mudança de treinador, promovida por Villas-Boas após temporadas anteriores com Vítor Bruno e Martín Anselmi, foi um marco decisivo. O presidente Pinto da Costa apostou em Farioli, um técnico com experiência internacional, para liderar a equipa rumo ao 31.º campeonato.
A direção do clube confirmou que a conquista será dedicada ao falecido diretor desportivo Jorge Costa, morto a 5 de agosto de 2025, antes do início da época. Jogadores e estrutura assumiram a homenagem como motivação adicional.
Plantel e estrutura cumprem o desejo de dedicar o título ao falecido Jorge Costa
O técnico italiano priorizou o campeonato, optando por rodar o plantel ao longo da época. Embora a época tenha ficado marcada por eliminações nas duas Taças, o foco no campeonato levou à obtenção do título.
Os movimentos de mercado, aliados à gestão financeira equilibrada, permitiram ao Porto manter consistência ao longo da temporada. A soma de fatores acabou por consolidar o 31.º título nacional, mantendo o clube na vanguarda do futebol português.
A liderança de Villas-Boas, combinada com a abordagem de Farioli, consolidou uma dinâmica que moldou a forma de competir do Porto. O desempenho coletivo foi o determinante para erguer novamente o troféu nacional.
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