- Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira, negou aumento de verbas para os clubes de futebol profissional da região (Marítimo e Nacional) durante a abertura da Festa da Flor.
- Afirmou que a lei atual de financiamento desportivo é adequada e que há necessidade de recursos para habitação e serviços de saúde.
- Destacou que os custos com saúde têm aumentado, com os medicamentos a subir 70 por cento nos últimos sete anos e os oncológicos 170 por cento nesse período.
- Referiu a necessidade de manter reservas financeiras para continuar a financiar os serviços sociais na região.
- Encarou o incentivo às sociedades desportivas com capitais próprios, dizendo que os clubes devem seguir esse caminho e procurar investidores.
Ainda durante a abertura da Festa da Flor, o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, afirmou que não está prevista qualquer subida de verbas para os clubes da Madeira, nomeadamente o Marítimo e o Nacional. O objetivo é manter o financiamento atual dentro do quadro legal existente.
Albuquerque enfatizou que existem prioridades orçamentais no momento, entre as quais a habitação e a saúde, com subida de custos de medicamentos nos últimos anos. O governante frisou que é necessário manter reservas para apoiar serviços sociais na região.
No âmbito do futebol profissional, o líder regional defendeu a criação de sociedades desportivas com capitais próprios como caminho a seguir, recomendando aos clubes que procurem investidores. A mensagem visa disciplinar o financiamento público ao desporto.
Apelo à adoção de sociedades desportivas
O chefe do executivo lembrou que a legislação atual de financiamento desportivo persiste como base para o apoio público aos clubes da Madeira. Mas reforçou que a autonomia financeira dos clubes pode reduzir a pressão sobre o erário regional.
Acompanhado pela comunidade presente na Festa da Flor, Albuquerque sublinhou que o interesse é manter a sustentabilidade financeira da região, sem comprometer investimentos em áreas sensíveis. A ideia é que os clubes prosperem com capital próprio e gestão profissional.
O dirigente concluiu que a implementação de modelos com capital próprio pode preparar o caminho para estabilidade a longo prazo, sem comprometer os serviços sociais. O objetivo é equilibrar o apoio público com a autonomia das entidades desportivas.
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