- O Palmeiras empatou a 1 golo em casa do Cerro Porteño, na terceira jornada da Libertadores.
- No final, o treinador português Abel Ferreira criticou a decisão do Cerro Porteño de encurtar as linhas do relvado.
- Abel questionou: “Em que século estamos?”, dizendo que não pode falar mais sobre a CONMEBOL.
- Ariel Holan, treinador do Cerro Porteño, afirmou que a medida do campo cumpria o regulamento, com 64 metros de largura e 105 de comprimento.
Palmeiras empatou 1-1 em casa do Cerro Porteño na terceira jornada da Taça Libertadores, num jogo em que o resultado manteve as aspirações da equipa brasileira na fase de grupos. A pausa para o fim do encontro foi marcada por críticas externas à organização do recinto.
No final do encontro, o treinador do Palmeiras, Abel Ferreira, mostrou-se muito crítico com a decisão de encurtar as linhas do relvado, dizendo ter visto algo inédito e sugerindo que cabe à CONMEBOL explicar a situação. Disse ainda que não pretendia comentar mais.
Ariel Holan, técnico do Cerro Porteño, respondeu que o regulamento foi cumprido. Acomodando as regras da Libertadores, disse que o campo tinha dimensões específicas e que, na prática, não influenciou o andamento do jogo, segundo a sua leitura.
Estado do relvado gera polémica
O Cerro Porteño justificou que o dimensionamento do terreno seguia a exigência mínima, embora a largura tenha ficado em 64 metros e o comprimento em 105. A discussão envolve a organização da competição e a avaliação de impacto no desempenho das equipas.
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