- Andreia Nunes L’or tornou-se na primeira mulher portuguesa a deter a maioria do capital de uma SAD, no Grupo Desportivo Alcochetense, após aprovação em Assembleia Geral no final de 2025.
- A empresária é acionista principal da sociedade, cuja presidência fica a cargo de André Geraldes, antigo dirigente do Sporting.
- O objetivo do projeto é elevar o clube a um novo patamar de profissionalismo e torná-lo referência no distrito de Setúbal, segundo o comunicado ao qual o Record teve acesso.
- A empresária sublinha que, apesar do bom desempenho deste ano, ainda há caminho por percorrer e pretende atrair novas parcerias e investimentos para o salto definitivo.
- Em contexto nacional, há exemplos de mulheres em cargos de topo no futebol, como Alexandrina Cruz no Rio Ave, ainda que a maioria do capital possa pertencer a terceiros.
Andreia Nunes L’or tornou-se a proprietária com maior participação do grupo que gere o Grupo Desportivo Alcochetense, tornando-se a primeira mulher portuguesa a deter a maioria do capital de uma SAD. A formalização foi concluída após a aprovação na Assembleia Geral de fim de 2025.
Quem está envolvido: a acionista principal é Andreia Nunes Lor, e o antigo dirigente do Sporting, André Geraldes, assume a presidência da SAD. O objetivo partilhado é profissionalizar o clube e reforçar o seu carácter competitivo no futebol distrital de Setúbal.
Quando e onde: a Assembleia ocorreu no final de 2025, com a validação formal desta posição. O clube situa-se em Alcochetense, distrito de Setúbal, Portugal.
Porquê: o projeto visa elevar o Alcochetense a um patamar superior, atrair novas parcerias e investimentos, e dar o salto definitivo para o próximo nível de profissionalização, segundo a própria dirigente.
Contexto no futebol português
No panorama nacional, já houve mulheres em cargos de topo, como Alexandrina Cruz, que presidiu o Rio Ave e a respetiva SAD. No entanto, o controlo acionista desta operação está hoje nas mãos de Andreia Nunes L’or.
Entre na conversa da comunidade