- A final da Taça de Portugal de hóquei em patins entre OC Barcelos e Sporting ficou marcada por uma primeira parte extremamente longa, com cerca de 1 hora e 7 minutos, devido ao excesso de VAR.
- O jogo terminou com vitória do Sporting por 4-0, com Nolito Romero a apontar quatro golos.
- O treinador do Sporting, Edo Bosch, elogiou a equipa, destacando o trabalho desenvolvido e a conquista do terceiro troféu da temporada.
- O treinador do OC Barcelos, Rui Neto, afirmou que o encontro foi condicionado pela expulsão, o que impediu a equipa de manter o ritmo.
- A final suscitou críticas à utilização do VAR e levantou dúvidas sobre o seu impacto no espetáculo e na modalidade.
A final da Taça de Portugal entre OC Barcelos e Sporting, disputada em Tomar, ficou marcada pelo uso excessivo do VAR, que atrasou o andamento do jogo. A primeira parte registou uma duração atípica, de cerca de 1 hora e 7 minutos.
O resultado final sorriu ao Sporting, que venceu por 4-0 com quatro golos de Nolito Romero. A vitória levou o conjunto leonino a celebrar o terceiro troféu da época, segundo o treinador Edo Bosch, que elogiou o desempenho da equipa.
O capitão do OC Barcelos, Luís Querido, criticou a arbitragem, sobretudo o tempo prolongado da primeira parte. O técnico adversário, Rui Neto, afirmou que o encontro foi condicionado pela expulsão, o que dificultou o ritmo da equipa.
Impacto do VAR
A final tornou-se uma das mais longas da história do hóquei em patins, com críticas ao impacto do VAR na passagem do jogo. Questões sobre a sua influência na modalidade geraram debate entre especialistas e fãs.
Apesar do resultado, o duelo chamou a atenção para a necessidade de rever o uso do VAR, de forma a evitar atrasos e assegurar um espetáculo mais fluido e justo para as equipas envolvidas.
Entre na conversa da comunidade