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Rui Alves e a distribuição de direitos de TV: limitação da desigualdade

Nacional apresenta alternativa à distribuição dos direitos de TV, sustentando consenso de 22 clubes e que a proposta atual agrava desigualdades e compromete o crescimento

Rui Alves e Reinaldo Teixeira, presidente da Liga Portugal
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  • Rui Alves, presidente do Nacional, apresenta uma proposta alternativa à distribuição dos direitos de TV da Liga Centralização.
  • A alternativa sustenta que a proposta institucional não defende adequadamente princípios essenciais para o crescimento do futebol português.
  • Segundo Rui Alves, a proposta do Nacional resulta de um consenso entre 22 sociedades desportivas que participam em competições profissionais.
  • Em Assembleia Geral, os clubes vão votar a proposta da Liga Centralização para a distribuição dos direitos de TV, bem como a proposta alternativa do Nacional.

Quando se reunirem em Assembleia Geral para votar a proposta de distribuição dos direitos de TV da Liga Centralização, os clubes deverão considerar, também, uma proposta alternativa apresentada pelo Nacional. A divulgação foi feita pelo presidente do Nacional, Rui Alves, na sequência de uma decisão interna do clube. A reunião está prevista para ocorrer no âmbito das decisões sobre o modelo de distribuição.

Rui Alves explica que a via alternativa resulta de um consenso entre 22 sociedades desportivas que participam nas competições profissionais. O objetivo é apresentar uma leitura diferente da atual proposta institucional, que, segundo o Nacional, não defenderia adequadamente princípios considerados essenciais para o crescimento do futebol português.

Proposta alternativa do Nacional

A proposta apresentada pelo Nacional pretende alterar critérios de distribuição que, na visão do clube, poderiam beneficiar alguns clubes em detrimento de outros. A finalidade é criar um modelo mais equilibrado, que sustente o desenvolvimento de várias estruturas do futebol profissional.

As instituições envolvidas, entre elas o Nacional, alinham-se na perspetiva de que alterações ajustadas aos critérios de acesso às receitas de direitos de TV são cruciais. A defender-se que o impacto financeiro direto possa favorecer a sustentabilidade de clubes com menor expressão mediática.

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