- Manuel Pinto Brasil, antigo candidato à presidência do Vitória SC, acusa a gestão de António Miguel Cardoso de ter colocado o clube num “poço sem fundo” e de Cardoso ter fugido após a demissão.
- Afirma que a demissão não ocorreria se o clube tivesseHealth financeira e sugere eleições para ser escrutinado pelos sócios, caso se mantenha a honra da palavra.
- Diz que estará “do lado da solução” e não confirma se vai disputar as eleições de 13 de junho.
- Acusa falhas na gestão, como ocultação do estado financeiro, pior posição na Liga e uma sequência de treinadores, além da venda de jogadores da formação e eliminação na Taça de Portugal.
- Exige avaliação do estado financeiro da SAD do Vitória SC, criação de um plano de salvação e eleição de um líder credível para guiar o clube a partir de 2028/29, defendendo também a centralização dos direitos televisivos.
Manuel Pinto Brasil, antigo candidato à presidência do Vitória SC, criticou a gestão de António Miguel Cardoso e a demissão do líder demissionário. Afirmou que a demissão foi consequência de uma gestão financeira deficitária e que o clube atravessa um “poço sem fundo”.
Pinto Brasil diz que Cardoso fugiu perante o cenário calamitoso e que, se houvesse honra na palavra, deveria ter apresentado-se a eleições para ser escrutinado pelos sócios. Não divulgou se irá recandidatar no próximo acto eleitoral.
O ex-candidato garantiu estar do lado da solução, sem confirmar uma possível candidatura às eleições de 13 de junho. Apelou aos sócios para ponderarem entre esta solução e o que chamou de aventureirismo e ilusionismo.
Contexto recente
A carta aberta de Pinto Brasil, apresentada aos sócios, descreve o estado financeiro do Vitória SC como depauperado e acusa uma gestão que levou o clube a uma classificação negativa na Liga. O texto também critica a venda de 46% da SAD à V Sports e a instabilidade diretiva ao longo dos últimos anos.
O antigo candidato recorda promessas e advertências feitas desde 2022 sobre o rumo do clube, defendendo que o tempo mostrou a necessidade de uma liderança com credibilidade. O apelo é para uma estratégia de recuperação financeira e desportiva, com foco na centralização dos direitos televisivos a partir de 2028/29.
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