- Os sócios do Paços de Ferreira vão decidir, nesta sexta-feira, a criação de uma SAD com a entrada do investidor brasileiro PlayMakers Sports Business (PMK), que ficará com 49,90% do capital numa fase inicial, podendo chegar a 80% até 2029.
- A proposta tem encontrado forte contestação, com Pedro Andrade a afirmar que a aprovação será o fim do clube e a defender que o Paços deve passar a ser gerido pelos seus sócios.
- Andrade propõe um caminho alternativo, citando o Belenenses como exemplo de recuperação, e sugerindo a hipótese de um parceiro estratégico que invista no Paços com boas intenções.
- O empresário disse estar disponível para apoiar o clube caso a proposta seja rejeitada, incluindo a hipótese de investir entre 300 e 400 mil euros caso o Paços caia para distritais e precise de reerguer-se.
- Criticou ainda os termos da constituição da SAD, em especial a possibilidade de vender mais 15,10% do capital ao investidor por apenas 1 euro para manter a maioria, em caso de descida à Liga 3.
Os sócios do Paços de Ferreira vão decidir nesta sexta-feira sobre a criação de uma SAD, com a entrada do investidor brasileiro PlayMakers Sports Business (PMK). A proposta inicial prevê adquirir 49,90% do capital, com possibilidade de chegar a 80% até 2029. A decisão ocorre numa fase decisiva para o clube.
A contestação é forte. O ex-candidato à presidência Pedro Andrade criticou o processo e afirmou que a aprovação pode significar o fim do clube se dependência externa for privilegiada em detrimento da gestão dos sócios.
Andrade defende um reerguer natural da instituição, feito pelos sócios, com reestruturação da dívida e sem aceitar condições que considerou prejudiciais. O empresário insistiu num caminho de responsabilidade financeira e sustentabilidade.
O ex-candidato apontou um caminho alternativo, citando o exemplo do Belenenses. Disse que o Paços pode buscar um parceiro estratégico com boas intenções, preservando a identidade do clube e a competição nas ligas profissionais.
Caso os sócios rejeitem a proposta, Andrade assegurou estar disponível para ajudar diretamente. Ofereceu investir entre 300 e 400 mil euros para reerguer o Paços, caso haja necessidade de recuperação nas distritais.
Andrade reiterou que o caminho não deve passar pela venda rápida de participação. Defendeu que o clube mantenha dignidade e viabilidade, mesmo que implique enfrentar etapas desafiadoras, como o regresso às distritais se for necessário.
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