- A Federação Portuguesa de Futebol apresentou a campanha Stop à Violência, visando terminar com este fenómeno no desporto, na Cidade do Futebol, em Oeiras.
- O evento contou com a presença de Pedro Proença (presidente da FPF), Margarida Balseiro Lopes (Ministra da Cultura, Juventude e Desporto) e Rodrigo Cavaleiro (presidente da Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto), entre outros convidados.
- Nos próximos dias 25 e 26 de abril, a FPF e a Liga vão realizar ativações e ações de sensibilização sobre a violência nos jogos da Liga, 2.ª Liga, Liga 3, Liga feminina e Taça de Portugal de futsal.
- A Ministra apelou a que o futebol seja exemplo no respeito e na convivência dentro e fora de campo, contribuindo para ambientes mais inclusivos.
- O presidente da Liga afirmou que as incidências negativas de comportamento de adeptos bajaram 37 por cento, destacando o progresso já alcançado.
Foi apresentada na Cidade do Futebol, em Oeiras, a campanha Stop à Violência, da Federação Portuguesa de Futebol (FPF). A iniciativa visa eliminar a violência no desporto, com ações previstas para este fim de semana.
O evento decorreu na FPF Arena Portugal e contou com a presença de figuras-chave do futebol nacional, entre elas o presidente da FPF, Pedro Proença, a Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, e o presidente da Autoridade para a Prevenção e Combate à Violência no Desporto, Rodrigo Cavaleiro.
Entre os convidados estiveram também o presidente da Liga, Reinaldo Teixeira, o presidente da APAF, José Borges, o presidente do Sindicato dos Jogadores, Joaquim Evangelista, o representante da Mesa do Plenário das Associações Distritais e Regionais, Vítor Filipe, o vice-presidente da ANTF, João Sousa, e Ricardo Barata, da PSP.
A campanha vai para as ruas com ações de sensibilização centradas nas várias ligas do futebol português, incluindo a Liga, a 2.ª Liga, a Liga 3, a Liga feminina e a Taça de Portugal de futsal.
Proença afirmou que “quando a violência entra em campo, o desporto perde”, e reforçou que o futebol está unido para fazer frente ao problema. Margarida Balseiro Lopes apelou a que o futebol seja exemplo de competição leal, respeito e inclusão.
Reinaldo Teixeira destacou que as incidências negativas de comportamento de adeptos diminuíram 37 por cento. Joaquim Evangelista criticou a falta de diálogo entre dirigentes, sublinhando a necessidade de evitar que o desporto caia em violência.
O arranque da campanha incluiu ainda um debate entre os intervenientes e terminou com a entrega de camisolas temáticas a alguns presentes na Cidade do Futebol.
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