- Wings for Life World Run realiza-se a 10 de maio, numa corrida global simultânea para apoiar a investigação da cura das lesões da medula espinhal.
- No ano passado participaram 310.719 pessoas de 191 nacionalidades em 170 países; este ano existem perspetivas de recordes, com várias provas já esgotadas e mais de 500 APP Run em 67 países.
- Em Portugal continental o tiro de partida é às 12 horas; em Lisboa o encontro é no Jardim Mário Soares, com inscrição de 18 euros na app oficial.
- A fundação Wings for Life já financiou 344 projetos em 19 países, somando 60,53 milhões de euros, com áreas prioritárias como neuroproteção, regeneração e reabilitação.
- Em Portugal, projetos financiados incluem o i3S (Porto), a Escola de Medicina da Universidade do Minho, a Católica Medical School, e um estudo nos EUA pela Clemson University.
A Wings for Life World Run realiza-se no dia 10 de maio, reunindo corrida global para apoiar a investigação de lesões na medula espinal. Participantes de várias latitudes correm ao mesmo tempo, em 170 países, por uma causa comum.
No ano passado, a prova atingiu um recorde de participação: 310 719 pessoas de 191 nacionalidades. Este ano, as iniciativas associadas à APP oficial já crescem, com mais de meio milhar de corridas em 67 países.
Em Portugal, o evento inspira diversas corridas e a edição nacional inclui o pavilão de partida às 12h, em Lisboa, no Jardim Mário Soares, Campo Grande. A participação pode ocorrer via App Wings for Life World Run, com inscrição de 18 €, destinada integralmente à investigação.
Portugal em foco
Portugal volta a estar representado desde a 1.ª edição, com destaque para a portuguesa Vera Nunes, campeã mundial em 2018.
A prova financia já 344 projetos de investigação em 19 países, num total de 60,53 milhões de euros distribuídos ao longo de 12 edições. As áreas prioritárias incluem neuroproteção, regeneração e reabilitação.
Projetos em Portugal
Em Portugal, projetos em curso contam com o i3S da Universidade do Porto, liderado pela Dra. Mónica Sousa, e a Escola de Medicina da Universidade do Minho, liderada pelo Dr. Nuno Silva.
O Instituto de Medicina Molecular da Universidade Católica de Lisboa também recebe financiamento, sob a liderança da Dra. Isaura Martins. Um estudo nos EUA, liderado pela Dra. Susana R. Cerqueira da Clemson University, também integra a lista de investigação apoiada.
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