- O Nacional Futebol SAD emitiu um comunicado a expressar revolta pela forma como a Liga Portugal solicitou a marcação de uma Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 17 de abril, no Porto.
- A AG tratava da comercialização dos direitos audiovisuais das competições profissionais para o mercado doméstico.
- O Nacional sustenta que a reunião não permitiu discutir livremente as propostas ou alterações ao modelo apresentado pela Liga, o que merece repúdio.
- O clube pede à Liga Portugal que marque outra AG Extraordinária, de forma semelhante às que sempre realizaram, sem depender da solicitação dos clubes.
- Rui Alves, presidente do Nacional, tinha dito numa conferência de imprensa que retirou a apresentação da proposta, mas pretende fazê-la noutra assembleia da Liga.
O CD Nacional Futebol SAD manifestou nesta segunda-feira a sua revolta com a forma como a Liga Portugal solicitou a marcação de uma Assembleia Geral Extraordinária que decorreu no dia 17 de abril, no Porto, na sede da entidade responsável pelo futebol profissional. A reunião tratou da comercialização dos direitos audiovisuais das competições profissionais para o mercado doméstico.
O clube insular critica a forma como a AG foi convocada e entende que o tema não foi discutido de forma aberta, permitindo diferentes propostas ou alterações ao modelo apresentado pela Liga. O comunicado da SAD expressa total repulsa pela atual condução do processo.
Segundo o Nacional, o procedimento impediu uma discussão livre e construtiva entre as Sociedades Desportivas, o que motivou a cobrança por uma AG Extraordinária com as mesmas características de anteriores reuniões, mas sem dependência de consentimento prévio dos clubes.
Reação do Nacional e pedidos à Liga
Dirigentes do Nacional defendem a realização de uma AG Extraordinária para assegurar uma discussão abrangente sobre a importância do tema para o desenvolvimento e o futuro do futebol português. O objetivo é permitir a análise de propostas alternativas.
O presidente do Nacional, Rui Alves, já tinha indicado numa conferência de imprensa realizada no Estádio da Madeira que retirou a apresentação da proposta nacionalista, com a intenção de a apresentar noutra assembleia da Liga. A posição é apresentada como parte de um debate mais alargado sobre a modelação dos direitos audiovisuais.
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