- Paulo Pereira, ex-árbitro, diz que João Pinheiro permitiu protestos no Sporting-Benfica (1-2) e que o VAR ajudou na avaliação do penálti do Sporting.
- Aos 14 minutos, Aursnes pisa Trincão; houve penálti com boa intervenção do VAR.
- Aos 25 minutos, Morita saltou com o braço acima da cabeça; penálti a favor do Benfica por volumetria.
- Aos 31 minutos, não houve penálti sobre Quaresma; árbitro acertou.
- Aos 37 minutos, Hjulmand viu amarelo após protestos; aos 90+3 o golo foi anulado por fora de jogo, segundo o VAR.
O penálti assinalado a favor do Benfica foi um dos pontos centrais do encontro entre Sporting e Benfica, empatado por 1-2. O árbitro João Pinheiro contou com o auxílio do VAR para confirmar alguns lances polémicos, incluindo a decisão sobre o penálti nos minutos iniciais. O que se passou no terreno manteve a imprensa atenta ao estilo de atuação da equipa de arbitragem.
Aursnes cometeu uma infracção sobre Trincão aos 14 minutos, com o VAR a intervir prontamente. O toque ocorreu dentro da área, resultando num penálti que foi apontado a favor do Benfica. O lance exigiu uma decisão rápida e fundamentada, revisada pelo videoárbitro.
Aos 25 minutos, Morita praticou o movimento de braço acima da cabeça, em posição de costas para a bola. O árbitro manteve o critério de penalidade, assinalando o penálti a favor do Benfica com base na volumetria do corpo do jogador.
Quaresma não foi alvo de falta aos 31 minutos, segundo a decisão do árbitro, que avaliou o lance e optou pela ausência de penalidade. A leitura inicial não sofreu alteração com o recurso ao VAR.
Hjulmand protestou aos 37 minutos após um lance com Morita; o capitão do Sporting recebeu cartão amarelo pela forma como reagiu ao árbitro, sem que tenha havido falta assinalada.
No tempo de compensação, aos 90+3 minutos, o lance foi anulado por posição de fora de jogo de Rafael Nel, decisão bem ajuizada pelo auxiliar, com confirmação do VAR.
O ex-árbitro Paulo Pereira comentou que João Pinheiro permitiu protestos excessivos durante a partida, mantendo uma gestão de contenção que gerou controvérsia. O VAR, por outro lado, foi percepcionado como eficiente na avaliação do penálti cometido sobre Trincão.
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