- Mourinho disse sentir-se vivo na corrida pelo segundo lugar, mas sem controlo sobre o destino, após a vitória frente ao Casa Pia e a frustração associada.
- Analisou o tipo de jogo: depois do empate em 1-1, se o Sporting ou o Benfica estavam satisfeitos, seria um jogo de controlo, mas ambos procuraram mais.
- Sobre o penálti, afirmou que Pavlidis seria o marcador habitual; Schjelderup assumiu a cobrança e o treinador espera contar com ele na próxima época.
- Comentou o gesto no final, apontando para as iniciais, deixando ao critério dos outros; recordou que o Benfica não perdeu nenhum dos cinco jogos grandes.
- Concluiu que era a última bala no dérbi, reconhecendo a importância do jogo, mas sublinhando que ganharam apenas o dérbi e não o campeonato.
O técnico do Benfica, José Mourinho, comentou o gesto feito no final do jogo contra o Casa Pia, explicando que a interpretação fica a critério de quem analisa o dérbi. O tema surgiu após o empate e a mudança da corrida pelo segundo lugar no campeonato.
Segundo o treinador, os jogadores fizeram um bom jogo, considerado um grande encontro. Mesmo com o 1-1, Mourinho e o coordenador Rui Borges entenderam que o embate exigia continuar à procura de mais golos, em vez de gerir o resultado.
Mourinho explicou ainda a decisão de manter Pavlidis como marcador de penáltis, ainda que estivesse no banco Schjelderup, e mostrou confiança no avançado norueguês para a próxima época. A ideia é contar com os jogadores que evoluíram neste ciclo.
O técnico referiu o gesto no final da partida como uma opção de expressão, deixando claro que não pretende alterar a narrativa de que o Benfica não perdeu nenhum dos cinco grandes jogos do campeonato. A equipa ainda tem encontro com o Braga pela frente.
Por fim, sublinhou o peso do dérbi como a última cartada no momento, destacando que, mesmo que o duelo não tenha alterado tudo, a vitória em derbi continua a ter importância distinta dos restantes jogos.
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