- O Gil Vicente perdeu por 1-0 com o V. Guimarães, na 30.ª jornada da Liga, mantendo‑se atrás na perseguição à vaga europeia.
- César Peixoto afirmou que foi a pior primeira parte do Gil Vicente nesta época, com falta de estofo e de capacidade.
- O treinador disse que a equipa entrou nervosa e jogou mais em transição, em vez de manter ritmo e leitura do jogo, entregando a bola em momentos decisivos.
- O técnico ressaltou que houve vontade excessiva de fazer as coisas, em vez de jogarem de forma coletiva, o que condicionou as oportunidades.
- Peixoto pediu calma à equipa, enfatizando que o coletivo funciona melhor quando não há ansiedade e que não foi perdido à sua maneira.
O Gil Vicente sofreu derrota na visita ao V. Guimarães, por 1-0, na 30ª jornada do campeonato. A partida realizou-se em Guimarães, com o desfecho a negar a possibilidade de aproximar-se de objetivos europeus para a equipa de César Peixoto. O treinador mostrou-se contrariado com a resposta dos seus jogadores na primeira parte.
Peixoto reconheceu que a equipa teve oportunidades, mas acabou por sofrer quando o momento era favorável. O técnico apontou falta de estofo e de capacidade para manter o controlo do jogo, destacando uma resposta emocional acima do necessário.
Os relatos do treinador indicam uma atuação marcada por nervosismo e pressa de concluir jogadas. Segundo o treinador, a equipa entrou em transição com excesso de intensidade e sem a frieza suficiente para ler o jogo, o que comprometeu a produção ofensiva.
A análise de Peixoto enfatiza ainda que a equipa precisa confiar mais no coletivo, evitando soluções individuais. O técnico destacou que o desempenho foi prejudicado pela ansiedade na primeira parte, deixando claro que o grupo tem qualidade quando joga sem pressão excessiva.
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