- Ángel Alarcón saiu do FC Porto em janeiro por empréstimo ao Utrecht, sem guardar ressentimentos pelo room de chegada à equipa principal.
- O extremo elogia Francesco Farioli, atual treinador dos dragões, descrevendo-o como enérgico, exigente e muito focado no jogo seguinte, que o ajudou a crescer mentalmente.
- Farioli afirmou que o Utrecht era uma hipótese importante para a carreira do jogador, embora preferisse que ele tivesse ficado no Porto.
- Em termos de estilo, Alarcón diz que a Eredivisie é mais exigente do que esperava, com todas as equipas a jogar para o ataque e o campeonato a ser bastante competitivo.
- O jogador compara ainda o futebol espanhol e português, destacando que a Eredivisie é mais centrada na posse de bola, enquanto Portugal tende a ser mais físico e direto.
Ángel Alarcón, extremo espanhol do FC Porto, foi emprestado ao Utrecht em janeiro e afirmou não guardar ressentimentos pela ausência de espaço na equipa principal dos azuis e brancos. Na sua visão, Farioli, atual técnico do Porto, teve um papel decisivo no seu crescimento.
Segundo o jogador, Farioli é exigente e prioriza o trabalho físico, com foco no próximo jogo. O treinador também enfatizou que uma derrota pode exigir consequências para o resto da época, o que, segundo Alarcón, lhe ajudou a evoluir mentalmente e a perceber o que se exige ao mais alto nível.
Alarcón explicou que a saída do Dragão foi oportuno, destacando o apoio de Farioli na breve passagem de interesse a uma possível mudança para o Utrecht. O técnico revelou ter mostrado o interesse do clube holandês, embora preferisse que o jogador permanecesse.
Na Holanda, o extremo observou um estilo de jogo diferente daquelequestevia na Liga portuguesa e na formação do Barcelona. A Eredivisie é descrita como uma liga forte, com jogo mais atacante, transições rápidas e menos pausas, em contraste com o ritmo mais físico e direto da Primeira Liga.
Adaptação e perspetivas
O jogador descreve a Eredivisie como mais orientada para a circulação de bola e recuperação contínua, semelhante ao que se vê em Portugal, mas com maior incidência ofensiva. A experiência holandesa é apresentada como um passo que pode potenciar a carreira, conforme expressa em entrevista à Voetbal International.
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