- Rui Alves adiou a apresentação da proposta nacionalista de centralização dos direitos televisivos para a próxima Assembleia da Liga de Clubes, cuja ordem de trabalhos terá o único foco na chave de repartição.
- A proposta resulta de uma reunião com 22 clubes e mantém uma desigualdade de um para quatro, ainda assim considerada desvantajosa na Europa Ocidental.
- O presidente do Nacional afirma que defenderá o seu clube e alerta que desigualdades superiores a um para quatro prejudicam 80 por cento dos emblemas.
- A apresentação será feita quando a Assembleia Geral tiver como ponto único a discussão da chave de repartição dos direitos. Rui Alves acusa-se de atrasar há cinco anos a discussão do tema.
- Em relação ao próximo jogo do Nacional, o dirigente disse que o essencial é vencer e que a próxima “batalha” tem também um cariz nostálico.
Rui Alves, presidente do Nacional, adiou amanhã a apresentação da proposta de centralização dos direitos televisivos na Assembleia da Liga de Clubes. A decisão ocorreu durante a apresentação da nova APP do clube. O motivo é preparar a discussão da chave de repartição.
A proposta, fruto de uma reunião com 22 clubes realizada na véspera da cimeira dos presidentes, será apresentada apenas quando a ordem de trabalhos tiver esse único ponto. A forma de repartição prevista é de 1 para 4, mantendo-se, no entender de Rui Alves, uma desigualdade relevante.
O líder do Nacional afirmou que não teme a reação de outros clubes e reforçou que defenderá o seu clube. Considera que qualquer desigualdade superior a 1 para 4 prejudica 80 por cento das equipas. Não obstante, mantém a firmeza na posição.
Rui Alves acrescentou que apresentará a proposta quando a Assembleia Geral trouxer exclusivamente a discussão da chave de repartição. Afirmou ainda que há cinco anos a discussão tem sido adiada e que o tema precisa de definição urgente.
Sobre o próximo jogo do Nacional na Liga, o presidente foi objetivo: está satisfeito com um resultado simples, destacando que a prioridade é vencer no próximo confronto e consolidar posições no campeonato.
Proposta de centralização
A ideia central é centralizar os direitos televisivos a nível nacional, com critérios de repartição ainda a definir. A discussão envolve benefícios para alguns clubes, mas também críticas por desigualdades entre equipas de diferentes dimensões.
Desdobramentos e próximos passos
Caso a Assembleia Geral aprove a nova chave de repartição, o texto segue para implementação conforme a decisão tomada. Aguardam-se ainda comentários de outras feras do futebol sobre o modelo proposto. As informações apontam para uma leitura rigorosa dos impactos financeiros.
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