- Vicente Lucas, símbolo maior do Belenenses e antiga internacional portuguesa, morreu à noite de terça-feira, aos 90 anos, e foi alvo de uma última homenagem no Estádio do Restelo, em Lisboa.
- O cortejo fúnebre partiu da capela do Mosteiro dos Jerónimos e, à entrada do Restelo, muitos adeptos entoaram a frase “Eterno Vicente”.
- A urna do jogador esteve no centro do relvado, após o plantel principal do Belenenses, o único emblema que representou como sénior, somando 284 jogos entre 1954 e 1967.
- Presentes destacaram-se antigos companheiros de seleção, como António Simões e Hilário Conceição, que disputaram o Mundial de 1966, em Inglaterra, onde Portugal ficou em terceiro.
- Ao lado do busto de Vicente Lucas, no estádio, foi observado um minuto de silêncio, numa homenagem ao lado de Matateu, irmão e antiga glória do clube.
Vincente Lucas recebeu uma última homenagem no Estádio do Restelo, em Lisboa, dois dias após a sua morte. O antigo internacional português morreu aos 90 anos, deixando o Belenenses sem uma das suas referências mais marcantes.
A cerimónia contou com a presença de centenas de pessoas, em grande parte adeptos do clube do Restelo. Um cortejo partiu da capela do Mosteiro dos Jerónimos e chegou ao estádio, onde uma tarja com a expressão Eterno Vicente foi exibida à entrada.
Entre os presentes estiveram antigos companheiros da seleção, como António Simões e Hilário Conceição, que viveram ao lado de Lucas no Mundial 1966, em Inglaterra. Portugal terminou naquela competição em terceiro lugar, melhor resultado de sempre até então.
A urna do jogador foi colocada no centro do relvado, junto aos símbolos do clube, pelo plantel principal do Belenenses. Lucas somou 284 jogos ao serviço do clube entre 1954 e 1967, a temporada que o consagrou no futebol nacional.
Durante as cerimónias, realizou-se um minuto de silêncio junto do busto dedicado ao jogador, situado no estádio, ao lado de Matateu, irmão também reconhecido pela instituição desportiva.
O Mundial de 1966 é recordado por ter permitido a Lucas demonstrar a sua elegância, discrição e competência, incluindo a vitória de Portugal sobre o Brasil por 3-1 na fase de grupos. Anos mais tarde, relatos de colegas reforçaram o impacto da sua passagem pela seleção.
A morte de Vicente Lucas encerra uma era para o Belenenses e para o futebol português dos anos 50 e 60, marcado pela presença do defesa em momentos decisivos do clube e da seleção.
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