- O Conselho Vitoriano apelou ao sentido de responsabilidade, serenidade e vitorianismo da direção, sócios e eventuais candidaturas do Vitória de Guimarães.
- A intervenção decorreu após uma reunião no Estádio D. Afonso Henriques, em que se abordou a demissão de António Miguel Cardoso.
- O comunicado do órgão destacou a surpresa com a não recandidatura ao próximo sufrágio e pediu rigor e transparência na gestão desportiva e financeira.
- Exigiu ainda às próximas candidaturas compromisso e transparência na apresentação de projetos, especialmente nas soluções financeiras e desportivas.
- Aos associados pediu escrutínio exigente das propostas e garantiu que o Conselho Vitoriano irá exercer as suas funções estatutárias para assegurar a resolução célere da sucessão diretiva, com escrutínio a quem sai e a quem entra.
O Conselho Vitoriano apelou ao sentido de responsabilidade, serenidade e vitorianismo da direção, dos sócios e de eventuais candidaturas do V. Guimarães. A intervenção aconteceu após uma reunião na noite de quarta-feira, no Estádio D. Afonso Henriques, com foco na demissão de António Miguel Cardoso.
No comunicado do Conselho, afirmou ter ficado surpreendido com a declaração de não recandidatura ao próximo sufrágio. Foram apresentados apelos à direção para manter rigor e transparência na gestão desportiva e financeira, e às candidaturas para apresentarem projetos com soluções financeiras e desportivas.
A entidade acrescentou que, neste momento, seguirá com as funções estatutárias para a resolução da sucessão diretiva. Defende escrutínio rigoroso a quem sai e a quem se propõe entrar, como requisito perante o contexto atual.
Sucessão diretiva e escrutínio
O Conselho Vitoriano garante atuação próxima e presente, assegurando a mais rápida resolução da sucessão. A gestão desportiva permanece no centro dos debates, com foco na clareza de processos e na transparência de propostas.
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