- André Villas-Boas, presidente do F. C. Porto, avaliou os primeiros dois anos na liderança, dizendo que o cargo é mais stressante do que o de treinador.
- O dirigente explicou que o desafio principal tem sido posicionar pessoas e gerir áreas como finanças, marketing e logística, reconhecendo que o primeiro ano foi de transformação.
- Sobre a sua candidatura frente a Pinto da Costa, afirmou que era hora de mudança e que os sócios procuravam maior estabilidade financeira.
- Villas-Boas revelou manter mensagens com José Mourinho, atual treinador do Benfica, destacando que ambos respeitam os clubes e perseguem o mesmo objetivo: vencer o campeonato.
- Considerando o regresso a um papel técnico, o líder portista admitiu que o sonho é repetir o triplete, desta vez enquanto presidente.
André Villas-Boas, presidente do F.C. Porto, participou numa iniciativa ligada à Fundação Laureus para fazer o balanço dos seus dois primeiros anos no cargo. O líder portista descreveu o papel de presidente como mais stressante do que o de treinador, devido à gestão de várias áreas do clube.
O que mais o preocupa é colocar as pessoas certas em cada função, desde finanças e marketing até logística e modalidades. O primeiro ano foi, segundo ele, de grande transformação, com o clube a enfrentar vários ajustes estruturais.
Villas-Boas anunciou que não pretende retomar a carreira de treinador e que quer manter o cargo de presidente. Refletiu sobre o momento de concorrer contra Pinto da Costa, afirmando que havia espaço para mudança visando maior estabilidade.
A relação com Mourinho e o sonho do triplete
O presidente revelou que continua a conversar com José Mourinho, antigo adjunto dele e hoje treinador do Benfica, mantendo o contacto com respeito pelos clubes.
Apesar de Mourinho estar no Benfica, Villas-Boas disse que as mensagens entre ambos existem e visam um objetivo comum: lutar pelo campeonato sem afetar o desempenho de cada equipa.
Em 2011, Villas-Boas conduziu o Porto ao triplete (campeonato, Taça de Portugal e Liga Europa) como treinador. Ele afirmou que seria um sonho repetir esse feito agora na condição de presidente.
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