- O Atlético Madrid qualificou-se para as meias-finais da Liga dos Campeões, ao perder por 1-2 com o Barcelona, mantendo a vantagem de dois golos da primeira mão.
- Simeone elogiou o génio de Griezmann e o impacto de Koke, Llorente, Musso e Lookman, destacando a forma como a equipa manteve o plano mesmo quando o jogo ficou difícil.
- O técnico argentino referiu que os catalães criaram dificuldades com a velocidade do seu ataque e com a pressão interior de jogadores como Gavi, Pedri e Ferrán.
- Antes da segunda mão, o Barcelona terá apresentado queixas a um delegado da UEFA sobre a altura da relva no Metropolitano, acusação que o treinador não comenta diretamente, mantendo o foco no desempenho da sua equipa.
O Atlético Madrid qualificou-se para as meias‑finais da Liga dos Campeões ao eliminar o Barcelona, com derrota por 2‑1 no Metropolitano, após vencer 1‑2 na Catalunha. A vantagem estabelecida no duelo da primeira mão foi suficiente para seguir em frente.
Antes do início da segunda mão, o Barcelona apresentou uma queixa a um delegado da UEFA, alegando que a relva do Metropolitano dificultava o seu jogo. A equipa de Barcelona esteve sob controlo de jogo intenso no início.
Controvérsia da relva e visão tática
Simeone reconheceu as dificuldades criadas pelo desenho do meio-campo adversário, destacando a velocidade dos baratos Gavi, Pedri e Ferrán. O treinador enfatizou que, apesar do 0‑2, a equipa manteve o plano e reagiu com liderança de Griezmann e Koke.
No segundo tempo, o Atlético manteve o esforço, apesar de o Barcelona parecer mais cansado após o jogo de sábado. Substituições, como Nico, Baena e Sorloth, trouxeram fôlego e permitiram manter a pressão. O duelo manteve o equilíbrio até ao golo de Lookman.
Simeone elogiou a evolução da equipa na defesa e no ataque, destacando a versatilidade de Griezmann e a forma como o seu contributo inspira os companheiros. O treinador reforçou a gratidão pelo apoio dos adeptos e pela crença coletiva no caminho do clube.
O encontro terminou com o Atlético a alcançar as meias‑finais pela terceira vez sob o comando de Simeone, numa eliminatória em que o Barcelona insistiu num jogo rápido e de cruzamentos para a área, tentando responder às estratégias do adversário.
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