- O Sporting venceu o Marítimo por 40-37 no Funchal, em jogo da competição em curso.
- A primeira parte foi considerada muito boa, com defesa a contrariar o 7 contra 6 do Marítimo e várias recuperações de bola.
- Na segunda parte, o conjunto leonino perdeu intensidade e ritmo, sofreu muitos golos e deixou o amargo pela atuação.
- A segunda mão da Taça de Portugal, no Pavilhão João Rocha, exige mudanças para chegar à final; o jogo é visto como muito importante.
- O treinador afirmou que todos os jogadores têm sido importantes e que o Sporting está na máxima força para as decisões da época.
Ricardo Costa, treinador do Sporting, mostrou-se cauteloso com a segunda parte da vitória sobre o Marítimo, no Funchal, por 40-37. A expressão do técnico apontou para uma fazê-la diferente entre partes.
Na primeira parte, a defesa conseguiu contrariar o 7 contra 6 do Marítimo, levando a várias recuperações de bola e a golos fáceis. A leitura táctica funcionou e a equipa entrou para o intervalo com vantagem.
Na segunda parte, a intensidade e o ritmo do Sporting caíram significativamente, permitindo muitos ataques ao adversário e sofrendo golos em sequência. O treinador afirmou que não se recorda de sofrer tanto em 30 minutos e que ficou um amargo pela segunda metade.
Taça de Portugal e próxima mão
Para a segunda mão, já neste sábado, o técnico leonino pediu mudanças, sobretudo em relação ao que foi feito na segunda metade, caso o objetivo seja chegar à final da Taça de Portugal no Pavilhão João Rocha. O encontro assume grande importância para a equipa.
A defesa do plantel ficou satisfeita com o desempenho global, mas o técnico reconheceu a necessidade de evoluir para manter o foco nas decisões da época. Sobre o estado físico dos jogadores, garantiu que todos têm sido importantes e que o Sporting está preparado para as provas seguintes.
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