- A Assembleia Geral Extraordinária da Liga realiza-se nesta sexta-feira, às 15 horas, no Porto, e espera-se quente devido às divergências entre clubes sobre os direitos audiovisuais da Liga Portugal I e II para o mercado doméstico.
- O Nacional enviou ao presidente da MAG, no dia 13, uma proposta que promete subir o tom da discussão, ao contrariar o que foi apresentado pela direção da Liga na Cimeira de Presidentes de dezembro.
- A proposta do Nacional defende que 50% do valor total dos direitos seja distribuído pelos 18 clubes.
- Em contraste, a Liga apresenta uma proposta de 32,5% para os clubes no âmbito do mesmo negócio de direitos.
- A novela envolve a comercialização dos direitos audiovisuais e o mercado doméstico, com impactos na distribuição entre clubes.
A Assembleia Geral Extraordinária da Liga está marcada para sexta-feira, às 15 horas, no Porto, e promete ser tensa. A discórdia envolve a proposta de comercialização dos direitos audiovisuais da Liga Portugal I e II para o mercado doméstico.
O motivo da tensão é a divergência entre clubes quanto à distribuição de receitas. O Nacional enviou, no dia 13, uma proposta ao presidente da MAG que contraria o que foi apresentado pela direção da Liga na Cimeira de Presidentes de dezembro.
A interpretação das regras de distribuição está no centro do debate. Enquanto a Liga defende uma proposta de participação mais contida, o Nacional apresenta uma alternativa que pode alterar significativamente o bolo disponível aos clubes.
Proposta do Nacional em foco
Segundo o documento enviado pelo Nacional, a distribuição para os 18 clubes deveria alcançar 50% do bolo total, em oposição aos 32,5% propostos pela Liga. A diferença é vista como determinante para o equilíbrio financeiro entre as equipas.
A reunião de sexta-feira reúne dirigentes de clubes, membros da MAG e representantes da Liga. O objetivo é chegar a um acordo que permita avançar com o procedimento de comercialização sem recorrer a medidas adicionais.
O encontro ocorre num momento de forte escrutínio sobre a gestão dos direitos televisivos. As decisões devem ditar a forma como os clubes recebem as receitas resultantes dos contratos de transmissão.
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