- Zahra Ghanbari, capitã da seleção feminina do Irão, foi retirada da lista de traidores após ter pedido asilo à Austrália no mês passado.
- A mudança de comportamento da jogadora, que nos últimos jogos não cantou o hino nacional, contribuiu para a decisão.
- Ghanbari recuperou também bens que tinham sido confiscados aquando do pedido de asilo, no início do conflito no Médio Oriente.
- O nome da capitã surgiu numa lista iraniana que atribuía a centenas de pessoas o rótulo de “apoiantes” de inimigos, mas ela fica agora livre de punições e pode regressar ao país.
- Outras jogadoras envolvidas no caso também ficaram livres de punição.
A capitã Zahra Ghanbari foi retirada da lista de traidores do Irão após ter pedido asilo à Austrália no mês passado. A mudança de comportamento da jogadora de 34 anos, que também deixou de cantar o hino nacional nos últimos jogos, levou a esta decisão.
Segundo a imprensa internacional, o levantamento da limitação permite que Ghanbari regresse ao Irão sem punição e mantenha a possibilidade de rever os seus bens. Os bens que tinham sido confiscados no âmbito do caso são devolvidos.
Inicialmente, Ghanbari integrava uma lista iraniana que classificava cerca de 400 pessoas como apoiante de países inimigos. A capitã permanece, porém, fora de qualquer medida punitiva relacionada com o caso, e também sem sanções para outras jogadoras envolvidas.
Situação atual
A decisão, já confirmada por fontes noticiosas, permite a reentrada da jogadora no território iraniano. Não há indicações de novas consequências ou ações disciplinares para outras atletas associadas ao processo.
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