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Assembleia Geral da Liga discute centralização da venda de direitos audiovisuais

AG da LPFP discute a centralização dos direitos audiovisuais da I e II Liga para o mercado doméstico a partir de 2028/29, definindo pacotes, regras e distribuição

Centralização dos direitos televisivos dos campeonatos profissionais vai marcar a próxima AG da Liga Portugal
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  • A Liga Portuguesa de Futebol Profissional vai debater na próxima Assembleia Geral a centralização da comercialização dos direitos audiovisuais a partir de 2028/29.
  • A AG realiza-se sexta-feira, a partir das 15h, com o ponto principal a apreciação, discussão e votação do procedimento para a comercialização dos direitos da I Liga e da II Liga no mercado doméstico.
  • O procedimento define como serão os leilões, o objeto a comercializar, a vigência dos contratos, as responsabilidades e os direitos de cada outorgante, bem como a forma de distribuição (pacotes) e as regras a cumprir.
  • São trinta e três clubes com equipas nas competições profissionais que vão definir as condições dos leilões e da centralização em duas temporadas.
  • O projeto foi desenvolvido em parceria com a Autoridade da Concorrência (AdC), já foi comunicado às sociedades desportivas, e após a aprovação deverá seguir para a AdC; a centralização também visa uma estratégia de produto diferenciadora.

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) vai discutir na próxima Assembleia Geral (AG) a centralização da comercialização dos direitos audiovisuais a partir de 2028/29. O foco da reunião, marcada para sexta-feira às 15h, é a proposta de procedimento para a venda dos direitos da I Liga e da II Liga no mercado doméstico.

O objetivo é definir como serão leiloados os direitos, quais os objetos a comercializar, a vigência dos contratos, as responsabilidades de cada outorgante e a forma de distribuição do produto em pacotes. Andrea Mosqueira do Amaral, diretor executivo da LPFP, explicou o conceito à Lusa.

As 33 sociedades desportivas com equipas nas competições profissionais vão aprovar como os leilões se irão realizar e quais as regras de participação. O modelo pretende estabelecer limites e obrigações, com o objetivo de valorização dos direitos.

Este processo aponta para a centralização total das transmissões em duas temporadas, uma das maiores fontes de receita dos clubes. Mosqueira do Amaral indicou que o trabalho foi comunicado às sociedades desportivas e à Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Posição da LPFP

O dirigente afirmou que a centralização integra objetivos de valorização e de alinhamento com as melhores práticas da indústria, com articulação prévia com a Autoridade da concorrência (AdC). O objetivo é adaptar o procedimento ao mercado.

Após a AG, a LPFP deverá apresentar formalmente a proposta à AdC. O documento já foi desenvolvido em conjunto com contributos das partes envolvidas, mantendo o objetivo de aprovação institucional.

Próximos passos

Com a aprovação, o tema retorna aos clubes para debater e votar a chave de distribuição. Esta etapa definirá como será repartido o montante centralizado entre os agentes envolvidos nas competições profissionais.

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