- António Miguel Cardoso comunicou publicamente a intenção de se demitir da presidência do Vitória, na manhã de terça-feira, mas ainda não o fez oficialmente junto da Mesa da Assembleia Geral.
- O passo seguinte, que passa pela marcação das eleições, só poderá ser tomado depois de concretizada a entrega do pedido de demissão dos órgãos sociais, conforme explicou à Record o presidente da MAG, João Henrique Faria.
- Statutariamente, as eleições têm de ser marcadas com quarenta e cinco dias de antecedência após a comunicação de demissão.
- Normalmente as eleições do Vitória decorrem no mês de março, mas neste caso é uma circunstância excecional, a ser tratada segundo os termos estatutários.
António Miguel Cardoso anunciou publicamente a intenção de se demitir da presidência do Vitória, na manhã desta terça-feira, mas ainda não apresentou a demissão formal ao presidente da Mesa da Assembleia Geral, João Henrique Faria. O passo seguinte, de marcação das eleições, depende dessa comunicação.
João Henrique Faria explicou à Record que o seguimento do processo só pode ocorrer depois de receber o pedido de demissão dos órgãos sociais. O líder do órgão deliberativo recordou ainda que, estatutariamente, as eleições devem ser marcadas com 45 dias de antecedência.
Habitualmente, as eleições do Vitória decorrem em março, mas Faria classifica a situação como excecional e afirma que deve ser tratada de forma correspondente nos termos estatutários.
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