- Fernando Santos, ex-selecionador de Portugal, recebeu o prémio Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes de 2025, da Conferência Episcopal Portuguesa.
- O júri valorizou a autenticidade e o compromisso do treinador no seu projeto de vida, alinhado com um humanismo cristão.
- O galardão distingue personalidades cujos percursos refletem o humanismo e a experiência cristã no mundo contemporâneo; a edição anterior, em 2023, premiou a jurista Leonor Beleza.
- A CEP recordou as conquistas de Euro 2016 e da Liga das Nações de 2019 como momentos de maior reconhecimento no futebol português.
- Santos, de 71 anos, tem quase quatro décadas de carreira como treinador, tendo orientado clubes como FC Porto, Sporting e Benfica, além de Portugal, Polónia e Azerbaijão; é devoto da Igreja Católica.
O ex-selecionador português de futebol Fernando Santos recebeu o prémio Árvore da Vida – Padre Manuel Antunes de 2025, atribuído pela Conferência Episcopal Portuguesa (CEP). O anúncio foi feito pela CEP, na terça-feira, através do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura.
O júri destacou a autenticidade e o compromisso de Santos ao longo da sua vida, associando o galardão a um humanismo cristão que orienta o seu percurso. O prémio reconhece trajetórias que refletem valores cristãos no mundo contemporâneo.
Contexto
A CEP recorda as conquistas de Santos enquanto treinador, nomeadamente o Euro 2016 e a Liga das Nações de 2019, apontando-os como momentos de maior reconhecimento no futebol português. O técnico dirigiu a seleção entre 2014 e 2022 e manteve uma relação próxima com a fé católica.
Historial no desporto
Fernando Santos, 71 anos, tem perto de quatro décadas de carreira como treinador, tendo passagem por FC Porto, Sporting, Benfica e outros clubes nacionais e estrangeiros. Orientou ainda as seleções de Portugal, Polónia e Azerbaijão, última experiência concluída em setembro de 2025.
Declaração do júri
O júri enfatizou que, ao longo da sua vida desportiva, Santos evidenciou a fé cristã na prática diária, com foco na entrega aos outros e na defesa da dignidade da pessoa humana. A cerimónia de entrega faz parte de uma tradição que já distinguiu personalidades como Luís Archer, Manoel de Oliveira e Adriano Moreira.
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