- Stije Resink, médio do Groningen de 22 anos, esteve perto de reforçar o Benfica no mercado de inverno.
- O clube lisboeta terá iniciado negociações com o agente do jogador, com o clube holandês a querer manter o capitão no plantel.
- O processo envolveu diferenças entre modelos de negociação entre Holanda e Portugal e surgiu a ideia de “jogos sujos” com uma proposta vinda de Portugal.
- Resink decidiu manter-se no Groningen, mantendo o foco no que restava da época, depois de rejeitar a saída iminente.
- No início de março, o jogador sofreu uma rotura de ligamentos frente ao Volendam, o que inviabilizou o sonho de transferência para o verão.
Stije Resink, médio do Groningen, esteve perto de reforçar o Benfica no mercado de inverno, mas o negócio não chegou a bom porto. Pouco depois, o jogador de 22 anos sofreu uma rotura de ligamentos.
O processo foi descrito pelo próprio jogador, que relatou ter sido abordado pelo agente no dia anterior a um jogo frente ao Heerenveen. Segundo a narrativa, o Benfica mostrou interesse ao considerar a necessidade de substituir dois jogadores lesionados.
A origem da proposta veio a lume por meio de contactos entre o agente de Resink e o clube lisboeta. A percepção de que haveria uma diferença de prática entre os mercados dos Países Baixos e de Portugal gerou incómodo no jogador, mas acabou por não avançar.
Após o desaire do negócio, Resink permaneceu no Groningen para o restante da temporada, com planos de avançar no verão. Contudo, no início de março, frente ao Volendam, o jogador sofreu uma rotura de ligamentos que atrasou o objetivo de saída.
A lesão complicou os planos do jogador, que reconheceu o impacto da situação e disse compreender que nem sempre o momento certo acontece, mesmo em casos de interesse de clubes importantes. A evolução clínica ditou o caminho para os meses seguintes.
Entre na conversa da comunidade