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Real Madrid recusa jornada retro em Espanha, entre passado e presente

Real Madrid recusa a jornada retro da La Liga, aprofundando o conflito com Javier Tebas e mantendo-se isolado na iniciativa nostálgica

A camisola retro do Villarreal para a jornada da Liga espanhola
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  • O Real Madrid recusou participar na jornada “vintage” da La Liga, mantendo o conflito com a Liga que persiste desde 2024 e que envolve Florentino Pérez e Javier Tebas.
  • A iniciativa da La Liga visava trazer o passado à evidência, com equipamentos retro, árbitros com vestuário diferente, bolas inspiradas em modelos antigos e grafismos de décadas passadas.
  • A Puma desenhou uma bola especial para a jornada, enquanto as transmissões apresentaram grafismos e uma estética de videojogo do início dos anos 2000.
  • Clubes como Barcelona, Getafe e Rayo Vallecano participaram parcialmente ou de forma promocional, citando dificuldades logísticas para se prepararem.
  • A ideia de fundo era explorar o nicho de camisolas vintage, com clubes já a explorar edições retro, mas a participação ficou aquém do total de 42 equipas previstas (38 aderiram).

Numa jornada de nostalgia, o Real Madrid recusou participar na iniciativa vintage da La Liga. Florentino Pérez optou por não alinhar com a experiência que incluiu árbitros, grafismos e bolas de jogo retro. O clube da capital revelou uma posição de discordância com a organização, mantendo-se à margem.

A jornada 31, que prometia revisitar épocas passadas, viu clubes lançarem equipamentos retro, com variações de design e réplicas históricas. O Burgos chegou a ver Fer Nino celebrar um golo apontando para uma zona da camisola onde o símbolo já não consta.

Participação e realização técnica

Os elementos da promoção conservaram o espírito antigo apenas na estética. Patrocínios atuais coexistiram com figuras retro, e os árbitros utilizaram camisolas com padrões do Mundial de 1994. A bola foi desenhada pela Puma com motivos geométricos dos anos 90, enquanto grafismos simulavam uma linguagem de outra era.

Reação de clubes e sentido da iniciativa

A La Liga descreveu o objetivo de levar os adeptos a viverem o futebol como uma viagem no tempo, com placas, transições e rótulos gráficos que evocam épocas passadas. A ideia visa também explorar o nicho de camisolas vintage, já em crescimento no mercado.

Envolvidos na controvérsia

Barcelona, Getafe e Rayo Vallecano participaram de forma parcial, mencionando dificuldades logísticas. A posição do Real Madrid intensificou a tensão entre Florentino Pérez e Javier Tebas, presidente da La Liga, em torno do mote 42 legados, 42 formas de ganhar. Em 38 clubes houve adesão à iniciativa.

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