- HC Turquel denuncia agressões injustificáveis por parte de jogadores do CD Póvoa no intervalo do jogo da 23.ª jornada do Campeonato Placard.
- Ezequiel Funes e Francisco Briggs sofreram ferimentos que exigiram assistência médica imediata.
- Juízes registaram em relatório o cenário de sangue encontrado no túnel, com os agressores a recolherem-se no balneário para evitar identificação.
- Mesmo diante da gravidade, a equipa voltou ao rinque para disputar a segunda parte; a direção afirma que o incidente é crime e não tem justificações.
- O HC Turquel vai apresentar queixas-crime e recorrer às instâncias competentes, defendendo a integridade física dos atletas e o bom nome do hóquei em Portugal.
O Hóquei Clube de Turquel denunciou agressões identificadas como injustificáveis por parte de jogadores do CD Póvoa, ocorridas no intervalo do encontro da 23.ª jornada do Campeonato Placard. O jogo terminou com vitória do CD Póvoa por 10-6.
Segundo o comunicado, o ataque ocorreu no túnel de acesso aos balneários, num local escolhido para não ser observado pela arbitragem e pelo público. Os atletas Ezequiel Funes e Francisco Briggs ficaram feridos e necessitaram de assistência médica imediata.
O HC Turquel afirma que os juízes da partida registaram, no relatório, o cenário de sangue encontrado no túnel e o estado dos jogadores. Os agressores terão regressado ao balneário para evitar identificação, segundo a denúncia.
O clube destaca a coragem da equipa e do staff, que regressou ao rinque para disputar a segunda parte, evitando abandonar a partida. A direção aponta que o episódio é violência gratuita que mancha o desporto.
O HC Turquel reforça que pretende recorrer às vias competentes e apresentar queixas-crime contra os autores, separando a instituição CD Póvoa dos indivíduos envolvidos. O objetivo é assegurar responsabilidade e preservar a integridade física dos atletas.
A instituição apela às entidades competentes para atuar com rigor, defendendo o bom nome do hóquei em Portugal e a segurança em pavilhões. O episódio fica classificado pela equipa como crime, não como prática desportiva.
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