- A PSP rejeita a alegação de “situação perigosa” no Braga-Betis e atribui atrasos às revistas por deteção de pirotecnia.
- A operação de segurança, considerada de alto risco, contou com reforço de policiamento em Braga antes, durante e após o jogo, que decorreu sem incidentes críticos.
- Entre o ponto de encontro dos adeptos do Betis e a entrada no Estádio Municipal de Braga foram deflagrados vários artefactos pirotécnicos, levando a dois reforços das revistas sob responsabilidade do clube anfitrião, sob supervisão policial.
- A PSP explica que a demora à entrada se deveu a suspeita fundamentada de que adeptos espanhóis transportavam pirotecnia; foram lavrados quatro autos de contraordenação, houve detenção de um indivíduo e expulsões de dois adeptos.
- Os últimos adeptos entraram às 18H05, sem incidentes; o Betis informou ter apresentado queixa à UEFA por alegada “situação perigosa”, enquanto a PSP descreve entradas segregadas para visitantes e sem alterações de ordem pública.
A PSP rejeitou este sábado a acusação do Betis sobre uma alegada situação perigosa no encontro da Liga Europa frente ao Sp. Braga. A polícia explicou que os atrasos nas revistas se devem à deteção de pirotecnia.
A operação de segurança, de risco elevado, contou com reforço antes, durante e após o jogo da quarta-feira, da primeira mão dos quartos de final. O dispositivo decorreu sem incidentes críticos, assegura a PSP.
Pirotecnia e revistas
Entre o ponto de encontro dos adeptos do Betis e a entrada no Estádio Municipal de Braga foram lançados artefactos pirotécnicos, o que levou a reavaliações de segurança e a duas observações adicionais.
Quatro autos de contraordenação por posse de material explosivo foram levantados, houve uma detenção e dois adeptos foram expulsos. Os últimos adeptos entraram às 18h05, sem incidentes registados, assegura a PSP.
Reações e detalhes operacionais
O Betis apresentou à UEFA uma queixa formal sobre a situação, alegando um ambiente perigoso nas entradas. A PSP explica que há uma entrada exclusiva para visitantes e parque para 30 autocarros, com uma escadaria de acesso longa, mas sem distúrbios de ordem pública.
O dispositivo contou com dois spotters do Corpo Nacional de Polícia espanhol e o comandante de policiamento manteve contacto com o delegado de segurança da UEFA antes e após o jogo. A PSP afirma não ter recebido indicações de prática policial inadequada por parte da UEFA.
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