- João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, questiona publicamente Rui Costa sobre se tem condições para continuar, numa publicação no LinkedIn.
- O texto destaca desgaste na liderança e aponta que há sinais de contestação crescente, com críticas à falta de trabalho institucional.
- A comparação com situações em Alvalade e no Dragão é usada para sustentar a tese de que há uma presença excessiva de ex-jogadores na Luz, sugerindo menor foco institucional.
- Menciona-se uma petição para convocar uma Assembleia Geral com carácter destrutivo, classificada como uma reação que não seria solução para os problemas do clube.
- O artigo recorda que Rui Costa foi reforçado por duas votações dos sócios há menos de meio ano e cita um passivo consolidado de 189 milhões de euros em cinco anos, mantendo a dúvida sobre a continuidade da liderança.
João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, voltou a criticar a liderança de Rui Costa. Em publicação no LinkedIn, questiona se o presidente tem condições para continuar e sugere que a direção deveria responder publicamente à situação.
No texto, Gabriel aponta falta de trabalho institucional no clube e critica a forma como se tem recorrido a contactos parlamentares para resolver questões internas. Diz que a tribuna presidencial da Luz mostra o atual estado da direção.
O ex-diretor defende que, se Rui Costa reconhece ter perdido capacidade de liderança, é uma decisão que cabe apenas ao próprio presidente. Acrescenta que a legitimidade não se deve colocar em causa por frustrações desportivas.
Influência institucional e contexto
Gabriel refere ainda que, em Alvalade e no Dragão, figuras nacionais participam em eventos com destaque, ao contrário do Benfica, onde a presença de ex-jogadores é frequente. Atribui esse tema à falta de trabalho institucional e à necessidade de foco estratégico para o clube.
O texto alerta para uma possível Assembleia Geral com caráter destrutivo, movida por frustração. No entanto, sustenta que essa não é a solução e que o clube precisa de reorganização e clareza, sem desconsiderar a legitimidade recente de Rui Costa, comprovada por votações dos sócios.
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