- Os clubes profissionais de futebol gastaram 4,95 milhões de euros com arbitragem na temporada 2024/25, um aumento de 674 mil euros (15,7%) face a 2023/24.
- A despesa com o conjunto de operações de arbitragem (árbitros e apoio do VAR, entre outros) somou 4,64 milhões de euros, subindo 790 mil euros (20,5%).
- Os custos com observadores atingiram 310 mil euros, uma poupança de 27,2%.
- Os gastos com delegados ao jogo subiram para 660 mil euros em 2024/25, ficando acima de outras categorias.
- No total, as distribuições recebidas pelos clubes (diretas e indiretas) ficaram em cerca de 8,6 milhões de euros, menos 1,2 milhões (12,2%) face a 9,8 milhões no período anterior.
Os clubes profissionais de futebol gastaram 4,95 milhões de euros com a arbitragem na última temporada. O valor resulta de um estudo da Liga de Clubes e representa um aumento de 674 mil euros (15,7%) face a 2023/24.
A despesa total inclui custos com árbitros e com o apoio técnico, como o VAR. Sozinha, a componente de arbitragem ascendeu a 4,64 milhões de euros, mais 790 mil euros (20,5%) do que no exercício anterior.
O montante gasto com observadores, que avaliam o desempenho dos árbitros, foi de 310 mil euros, uma poupança de 27,2% face ao período anterior. Delegados ao jogo passaram a consumir 660 mil euros em 2024/25.
Componentes da despesa e distribuições
Estas duas categorias representam custos diretos para as equipas, com a Liga a suportar serviços de apoio. Entre os beneficiários, os delegados contribuíram com o único aumento entre 2024/25 e o ano anterior.
Existem também distribuições diretas, como prémios da Taça da Liga e subsídios a equipas despromovidas. No total, as distribuições somaram cerca de 8,6 milhões de euros, abaixo de 9,8 milhões em 2023/24.
A diferença entre os montantes totais resulta numa redução de 1,2 milhões de euros (12,2%) face ao período homólogo.
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