- Pedro Proença abriu a gala dos 112 anos da Federação Portuguesa de Futebol na Alfândega do Porto, com um discurso que olha para o passado e para o futuro, incluindo o Mundial de futebol deste verão.
- O presidente afirmou que “habituem-se, vamos continuar a ganhar” e que no Campeonato do Mundo vai dar Portugal, porque existem os jogadores.
- Destacou conquistas recentes da seleção e do futsal, incluindo campeão da Europa e do Mundo em sub-17, campeão Europe sub-19 futsal, Euro de futebol de praia feminino e Liga das Nações.
- Afirmou que a FPF permanece próxima de clubes e contributores do futebol nacional, defendendo a descentralização e a portugalidade da instituição.
- Concluiu repetindo que a FPF não é de quem a dirige, está de passagem e tem de olhar para o futuro com ambição, desejando sucesso à equipa e aos agentes do futebol nacional.
Pedro Proença abriu a gala dos 112 anos da Federação Portuguesa de Futebol, realizada na Alfândega do Porto, com um discurso que valoriza o passado e aponta rumo ao futuro, incluindo o Mundial de 2026. A cerimónia reuniu representantes do futebol nacional.
O presidente destacou o papel de quem contribuiu para a evolução da FPF e reforçou a necessidade de trabalhar arduamente para manter o sucesso, mantendo o foco em vencer e evoluir. Sem elogios vazios, enfatizou responsabilidade e ambição.
Foram lembradas as conquistas recentes da seleção, incluindo títulos europeus e mundiais de escalões de formação, sucesso no futsal, futebol de praia feminino e a Liga das Nações. Proença realçou que o talento português continua entre os melhores do mundo.
A mensagem seguiu para os clubes, considerados parceiras essenciais do sucesso das seleções, com a FPF a prometer proximidade e apoio constante. O objetivo é manter a descentralização e a portugalidade do futebol em toda a nação.
Contexto e objetivos futuros
O líder frisou que a FPF, embora centenária, tem ainda por fazer, nomeadamente com vista ao futebol de Portugal no próximo ciclo mundial. Enfatizou que a organização é um motor de união territorial e de liderança desportiva.
Ao encerrar, reforçou a máxima de que a FPF é temporária na liderança, com o foco no futuro. A mensagem final reiterou a ambição de continuar a ganhar, apontando o Mundial de 2026 como novo marco.
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