- Uma loja e 15 garagens foram alienadas no leilão de 30 ativos imobiliários do Boavista, no âmbito da insolvência do clube, concluído hoje.
- Outros 13 lotes subterrâneos e um apartamento não receberam licitações mínimas.
- A loja, junto ao Estádio do Bessa, foi o imóvel com o lance mais alto, 181.000 euros, acima do mínimo de 176.825 euros (valor base de 203.348,75 euros).
- Dos 28 lotes de garagem, cujos mínimos variavam entre 21.942 e 74.796 euros, 15 foram vendidos entre 21.280 e 38.480 euros.
- O apartamento T1 duplex, com 145,40 metros quadrados, não recebeu ofertas acima do mínimo de 567.840 euros; será aberto um processo para tentar melhorar as avaliações a partir de segunda-feira.
Uma loja e 15 garagens foram alienadas no leilão de 30 ativos imobiliários do Boavista, no âmbito do processo de insolvência do clube. O leilão terminou hoje, após ter estado eletronicamente aberto desde 3 de março, no site da leiloeira Leilosoc. Outros 13 lotes subterrâneos e um apartamento não atingiram as ofertas mínimas.
O lance mais elevado entre os ativos arrematados foi pela loja junto ao Estádio do Bessa, no Porto, com 181.000 euros. O valor base era de 203.348,75 euros, e o montante mínimo de licitação situava-se em 176.825 euros. Entre as garagens, 15 lotes vendidos oscilaram entre 21.280 e 38.480 euros, relativamente a mínimos entre 21.942 e 74.796 euros.
O apartamento T1 duplex, com três varandas e garagem, não teve qualquer licitação correspondente ao mínimo de 567.840 euros. O imóvel tem 145,40 metros quadrados de área bruta privativa e fica no mesmo recorte do conjunto da loja.
Preços e adjudicações
Segundo uma fonte ligada ao processo, todos os ativos concluíram com ofertas, ainda que algumas fiquem perto dos mínimos. A Leilosoc vai abrir um processo a partir de segunda-feira para tentar aumentar as avaliações e fechar mais adjudicações.
Ainda não estavam concluídas as avaliações do conjunto imobiliário, e o restante património da massa insolvente pode entrar em leilão eletrónico nas próximas semanas, conforme indicou a mesma fonte. O Boavista tem passado por alterações de gestão desde fevereiro, com alterações na administração da insolvência e mudanças de direção da associação portuense.
O clube atravessa um quadro financeiro difícil, com dívidas relevantes e operações sob supervisão de credores. A insolvência foi aprovada em setembro, mantendo a atividade da massa insolvente sob supervisão, enquanto a Boavista SAD enfrenta restrições administrativas e despromoção recente.
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