- A Festa do Basquetebol chegou à 18.ª edição, com Eduarda Freitas já tendo visto várias funções dentro do evento pela AB Madeira.
- Participou pela primeira vez em 2017, como atleta sub-16; laterale foi espetadora, oficial de mesa, treinadora-adjunto e, este ano, dirigente dos sub-14 masculinos.
- Reitera que a festa é crucial para o crescimento de atletas da Madeira, oferecendo competição entre muitos jovens contra várias equipas.
- Sobre o basquetebol na região, admite que há ambiente competitivo, mas que nos escalões superiores há menos equipas devido a estudos fora da ilha; nos sub-18 não há equipa feminina.
- Descreve a Festa como divertida, destacando a convivência com árbitros e colegas, e recorda uma situação em que foi nomeada para quatro jogos em simultâneo por erro, resolvida com ajuda das associações.
A Festa do Basquetebol chegou à sua 18.ª edição, com Eduarda Freitas a assumir vários papéis ao longo da participação da AB Madeira no evento. Nesta edição, a dirigente assume o cargo de responsável pelos sub-14 masculinos.
Freitas entrou pela primeira vez, em 2017, como atleta dos sub-16. Voltou em 2019 como espectadora da seleção da Madeira, tornou-se oficial de mesa e, no ano passado, atuou como treinadora-adjunto. Este ano é dirigente.
Além da identificação com a AB Madeira, a participação de Eduarda manteve-se constante ao longo dos anos, sempre com o emblema regional no peito. A Madeiras tem vindo a marcar presença com entusiasmo e dedicação.
Trajetória e impacto local
A responsável pela comitiva madeirense descreve a festa como uma oportunidade de competição para atletas da região, com menos opções locais de alto nível. Diz que o torneio expõe jovens a adversários mais competitivos.
Sobre o estado da modalidade na ilha, admite que a Madeira presenta bons escalões juvenis, mas enfrenta dificuldades acima disso, pela falta de equipas femininas e pela mobilidade estudantil. A assimetria costeja o desafio.
Freitas relembra ainda o ambiente da Festa, que considera de grande convivência. Enaltece a convivência entre árbitros, treinadores e atletas, além da possibilidade de ver jogadores que não aparecem com frequência nas fases finais.
Anedota de uma carreira multifuncional
Entre as memórias da sua participação, Eduarda recorda um episódio em que foi nomeada para quatro jogos ao mesmo tempo como oficial de mesa. As associações envolvidas resolveram o incidente de forma colaborativa.
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